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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Executivos da geração Y aceitam melhor a liderança feminina.

Os executivos da geração Y(nascidos depois da década de 70) estão mais dispostos a
aceitar a liderança feminina. Mas a maioria ainda prefere ser chefiado por homens. Segundo uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria francesa Mazars, 57% dos executivos aceitam a presença de mulheres em posições de comando.

No entanto, 33% dos entrevistados afirmaram que optariam por ter homens como chefes, enquanto apenas 10% dizem que preferem ser gerenciados por mulheres. Quando os papeis se invertem, a questão de gênero ganha uma outra leitura: entre os entrevistados, 14% confessam que preferem ter equipes de trabalho formada só por mulheres e 8% preferem ter funcionários homens.

A pesquisa avaliou também que as diferenças entre as características femininas e masculinas no ambiente corporativo estão ficando mais tênues. Para 46% dos entrevistados, os homens estão ganhando mais traços femininos, enquanto 43% afirmam que as mulheres estão adquirindo traços masculinos.

Apesar dessa constatação, a maior parte dos entrevistados ainda atribui aos homens traços como força física, coragem e determinação. Entre as características femininas no trabalho, são listadas a ambição e a independência. Por outro lado, a liderança é uma característica mais facilmente encontrada nos homens para 39% dos entrevistados. O estudo foi produzido a partir de entrevistas com 750 profissionais, de 70 países.

Levantamento feito pela consultoria francesa Mazar entrevistou profissionais de 60 países

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Dicas para organizar um evento corporativo.

1) O primeiro passo é definir o tema central do evento e seus objetivos principais.
2) Defina o conteúdo programático, e com isso, o tempo necessário. Cuide para que os horários sejam cumpridos e analise a necessidade de intervalos entre as apresentações.
3) Faça estimativas de custos e verifique a disponibilidade de verba.
4) Defina a data do evento, certificando-se de que não entrará em conflito com outras atividades.
5) Verifique quais departamentos poderão ser envolvidos na organização e antecipe solicitações com prazos definidos.
6) Preocupe-se com os materiais gráficos: banners, folhetos, certificados, crachás, pastas, impressão das apresentações, entre outros.
7) Faça uma lista dos equipamentos necessários: microfones, projetores, computadores, flip- chart, tela, impressora, TV, DVD, etc.
8) Faça convites e, se possível, especifique a programação completa do evento e traje adequado, quando houver necessidade.
9) Dentre os participantes que virão de longa distância, cuide da hospedagem próximo ao local do evento e sua locomoção.
10) Escolha o tipo de acomodação de mesas e cadeiras considerando o número de participantes e o tipo de evento.
11) Cuide dos bastidores: verifique se é necessário recepcionistas, operadores de vídeo, som, luz e foto.
12) Defina o tipo de alimentação: considere sempre ter água e café à disposição em qualquer horário, e além disso, café da manhã, almoço, jantar, ou apenas intervalos curtos com coffee break.
13) Defina o tipo de decoração.
14) Dê instruções detalhadas a todos os fornecedores e tenha em mente que imprevistos poderão ocorrer.
15) Faça uma pesquisa entre os convidados a fim de conhecer seu grau de satisfação.
16) Emita um relatório considerando todos os indicadores para concluir se os objetivos foram alcançados e qual foi o desempenho da equipe.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Empresa mistura corrida de aventura com treinamentos corporativos

Desde os 19 anos, o brasiliense Monclair Cammarota foi apaixonado por aventuras. Foi com essa idade, em 1997, que ele decidiu viajar para Israel e trabalhar como voluntário em kibutzim, as comunidades israelitas. Depois disso, passou um tempo no Egito e na Tailândia aprendendo a ser mergulhador profissional. Ao retornar para Brasília, começou a fazer corridas de aventura, junto com uma equipe de brasileiros que ficaria entre as cinco melhores durante anos. “Começamos a gravar nossas competições e com isso conseguimos grandes patrocínios”, diz Cammarota.

Em 2005, porém, sua equipe perdeu um desses patrocinadores, e o atleta decidiu que era hora de fazer algo diferente e começar um empreendimento mais estável. Cammarota ajudou, então, a esposa em uma franquia de ensino profissionalizante. Mesmo com o choque da mudança de esportista radical para empresário, ele conseguiu fazer com que a unidade crescesse, agregando novas escolas da rede. “Trabalhando com essa área de educação executiva, pensei que poderia misturar ensino e o universo esportivo da corrida de aventura”, diz.

Em 2008, com R$ 30 mil, Cammarota abriu a Ekoá, resultado dessa mistura entre teoria corporativa e prática esportiva. Os treinamentos possuem três durações: duas horas, um dia e três dias, e podem reunir de 12 a 350 membros de uma mesma empresa. Para a realização do evento, a Ekoá geralmente utiliza hotéis fazendas ou lugares com estruturas semelhantes, com muito espaço aberto.
A dinâmica é dividida entre a teoria na sala de aula, as atividades esportivas ao ar livre e as avaliações, novamente na sala de aula. Para Cammarota, a grande ênfase é na parte da ação. Uma das atividades, por exemplo, pede para os participantes construírem um barco, dando apenas instruções e materiais escassos. O objetivo é trabalhar conceitos de planejamento e eficiência. Depois, cada equipe tem de navegar na embarcação e descobrir os resultados de suas escolhas.
Em outra, que envolve uma verdadeira corrida de aventura, as equipes recebem um mapa com pontos de diferentes valores. Cada um deles tem dificuldades distintas para serem encontrados e alcançados. O grupo precisa fazer um plano de quais almejam e qual rota vão seguir e expô-lo para os outros. “No fim, sentamos com cada grupo e analisamos o plano inicial, o que foi mudado no percurso, a probabilidade de acerto e o que poderia ter sido melhor”, afirma Cammarota.
Depois de todas as atividades, os grupos voltam para a sala de aula e a equipe da Ekoá faz as relações das atividades com os conceitos do mundo corporativo, aprendidos lá no começo. Todos os membros passam, também, por uma autoavaliação e dos seus colegas.
Por ano, a Ekoá realiza entre 20 e 30 treinamentos, que custam entre R$ 250 e R$ 500 por pessoa, sem contar as despesas com hospedagem e alimentação. A cidade de Brasília sedia 80% deles, mas Cammarota afirma que o plano é ampliar sua atuação nacional. A empresa faturou R$ 620 mil em 2012 e espera um crescimento de 20% para 2013.

fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Como fazer um evento corporativo.

Eventos corporativos são excelentes opções para apresentar um produto novo ao mercado, mudanças na empresa, promover a integração entre funcionários, clientes e fornecedores, entre outras funções. Mas organizar um deve ficar a cargo de quem entende do assunto, ou pode acabar pesando no bolso do empreendedor. São muitos detalhes que vão fazer toda a diferença. Confira agora alguns passos para realizar bons eventos corporativos:
Tipo de evento
A escolha do tipo de evento é o passo mais importante a ser dado. Dependendo do seu objetivo, você precisar adequar o evento para conseguir o efeito desejado. Você pode promover uma coletiva de imprensa,cujo principal objetivo é divulgar um conteúdo realmente importante e de utilidade pública. As festas de confraternização são ótimas para premiar funcionários, fazer anúncios internos entre outras funções. Já os lançamentos de serviços ou produtos são uma opção para falar com o público consumidor, traz ótimos resultados de marketing.
Cause boa impressão
Para começar, um bom evento corporativo deve prezar por associar a marca da empresa com boas experiências e deve estar alinhado com seus valores, visão e missão. Quer um exemplo? Uma empresa de saúde servir frituras ou ter uma área para fumantes pode soar um tanto contraditório e ferir sua imagem.
Invista no staff
As pessoas, tanto as convidadas quanto as que trabalham para o evento acontecer, são a parte mais importante. Por isso, tenha sempre pessoas treinadas para orientar e atender muito bem todos os convidados.
Escolha do local
Escolher onde fazer um evento corporativo não é tarefa fácil, e a escolha precisa ser cuidadosa. A Macro Office tem o espaço ideal para a realização de eventos que pode ser customizável. 
Cuidados com o coffee break
Tudo o que for servido no coffee break deve estar fresco e ter uma boa variedade. Pense que muitas pessoas têm alergias ou não consomem certos tipos de alimentos. Elas precisam estar bem distribuídas no local para não causar aglomeração.
Apresentação
Na hora de apresentar o produto/serviço, falar com os funcionários ou com a imprensa, pense em ser direto e dinâmico. Nos lançamentos, o ideal é fazer com que o público interaja com o produto por meio da diversão. Assim como nas coletivas de imprensa e festas de confraternização, também procure ser claro e objetivo. Uma apresentação diferenciada e irreverente também pode garantir ótimas lembranças em seus convidados e gerar valores.
Brindes
É muito comum a distribuição de brindes nesses eventos. Mas tenha cuidado! Eles devem ser criativos, práticos, úteis e agradáveis. Cuidado para não deixar pessoas sem brindes ou passar uma impressão ruim com a escolha. Na dúvida, não faça.
Por fim, faça um belo agradecimento pela presença de todos. Caso seja necessário, faça uma pesquisa de impressão ou satisfação ? mas isso só depois do evento.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O QUE É OUTPLACEMENT



O QUE É OUTPLACEMENT: Este tipo de serviço visa humanizar as demissões através de um trabalho oferecido ao executivo envolvido em um processo de dispensa. E é visto com bons olhos, tanto pela organização quanto pelo executivo, e não deixa de ser um ato de responsabilidade social.

Segundo a AOCFI – The Association of Outplacement Consultancy Firms International, associação que regula, internacionalmente, a atividade, o Outplacement é definido como um processo que estrutura as bases profissionais, afim de auxiliar o colaborador demitido, a enxergar o mercado de trabalho de modo organizado e disciplinado para obter uma recolocação no menor tempo possível, com mínimo de impacto.
O processo tem início antes mesmo do profissional saber de sua dispensa. É um trabalho feito entre o departamento de Recursos Humanos e uma empresa de consultoria especializada em outplacement, em um processo de planejamento das ações que serão realizadas.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Novas Profissões.

Conforme muda o comportamento da sociedade surgem novas profissões. Sendo assim, você pode optar por uma carreira inovadora e também achar um novo nicho no mercado de trabalho. Segue aqui algumas profissões diferenciadas.

Gerente de Trade Marketing
Até pouco tempo, anúncios na televisão e em revistas e jornais dominavam as estratégias de marketing das grandes empresas. “Hoje, a decisão do consumidor é influenciada por outros fatores”, diz Carlos Eduardo Altona, sócio da EXEC. “E, muitas vezes, ele decide no próprio ponto de venda”.

Por isso, nos últimos cinco anos, o gerente de trade marketing despontou nas empresas de consumo como o responsável por traduzir a estratégia de marketing da companhia na operação do ponto de venda. “É ele quem elabora e executa as promoções no ponto de venda em conjunto com o varejista. Negocia, por exemplo, em qual gôndola o produto será exposto, se terá degustação ou não”, afirma o especialista. 

Especialista na área de Mobile Marketing
De cada dez celulares em uso no Brasil, quatro são smartphones, segundo dados do Ibope divulgados em janeiro e referentes ao primeiro semestre do ano passado. E a expectativa é que este mercado se expanda nos próximos anos.

Com tanta gente conectada em dispositivos móveis, a publicidade encontrou uma nova fronteira para engajar pessoas. Neste cenário, de acordo com especialistas, o profissional de mobile marketing tem o desafio de adaptar ou criar novas estratégias que se adaptem a este mercado e como se posicionar de acordo com a marca. 

Desenvolvedor de aplicativos móveis
Os programadores de computadores ganharam uma nova função nos últimos anos: desenvolver aplicativos para dispositivos móveis, como celulares e smartphones. “As linguagens evoluíram e eles tiveram que acompanhar isso”, diz Assef.

Segundo ele, o programador se vale dos mesmos conceitos que usava há cinco anos com a diferença que a plataforma mudou, os serviços se sofisticaram e o conceito de interação usuário e dispositivo foi revolucionada. 

Advogado especialista em gestão de fortunas.
Junto com uma equipe multidisciplinar, os advogados de gestão de fortunas têm a missão de ajudar no direcionamento dos investimentos de grupos de famílias (abastadas, diga-se de passagem).

“É planejamento patrimonial”, diz Bianca. Independente da opção escolhida, o advogado com essa expertise tem a tarefa de prestar assessoria jurídica para todo o processo. “Ele ajuda no planejamento tributário e resguarda para que estes investimentos sejam feitos de uma maneira segura juridicamente falando”, afirma Salomon.

Apesar da formação generalista, o advogado que atua nesta área tem experiência no setor de mercado de capitais. 

Fonte: site exame

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Novos modelos de pagamento em redes sociais e celulares.

Imagine poder pagar suas contas pela sua própria conta do Twitter, ou fazer compras em uma loja e debitar o dinheiro por meio de um identificador único que não necessita de assinaturas ou senhas? Apesar de parecer um enredo de filme de ficção, este é o futuro dos meios de pagamentos. E se pararmos um pouquinho para analisar, podemos notar que esse futuro não está tão distante assim.

Os sistemas de pagamentos digitais pela web existentes atualmente, como o PayPal, e oPagSeguro, são grandes agregadores de meios de pagamento, onde o seu dinheiro é enviado para estas operadoras e elas se encarregam de pagar o vendedor.

Estas plataformas são proprietárias e acopladas às próprias lojas virtuais, que adquirem o serviço destas operadoras e oferecem as opções de pagamento fornecidas por eles, porém isso implica em um cadastro prévio na loja virtual, ou no próprio serviço de pagamentos.
Uma alternativa que em breve surgirá para isso é o de utilizar a sua própria conta das redes sociais, onde, a partir do seu login em redes como o Twitter ou o Facebook, você poderá efetuar o pagamento nestas plataformas citadas ou em outras.
Esta é a aposta do MercadoPago, plataforma de pagamentos do portal Mercado Livre, que procura alternativas aos meios de pagamento pelas redes sociais. 
Oferecendo um serviço de compras baseado em redes como o Orkut, Twitter e o Facebook, o serviço poderá fornecer ao lojista virtual a opção de incluir no seu site botões do tipo “Pagar com Orkut” e “Pagar com Facebook”.
Por quê não utilizar o seu próprio smartphone como máquina para pagamento de cartões? A empresa Square, criada pelos fundadores do Twitter, pretende fornecer à pessoas físicas ou jurídicas aplicativos que permitem o pagamento de valores a partir de dispositivos com iOS (iPad, iPhone), o sistema operacional de pequenos aparelhos da Apple; ou com Android, o sistema para celulares do Google.
Aqui no Brasil a Cielo já tem um aplicativo semelhante, podendo ser utilizado por profissionais liberais, como dentistas e psicólogos, para o recebimento de suas consultas.
Desde 2004, um consórcio de empresas de tecnologia e de pagamentos desenvolveu a NFC (sigla para "Near Field Communication"). O sistema consiste em um chip que é acoplado à dispositivos móveis e pulseiras, tornando estes objetos capazes de se comunicarem com outros dispositivos de cobranças - mais ou menos seguindo o mesmo princípio dos cartões eletrônicos usados no transporte público.
Com dispositivos equipados com esta tecnologia você poderá pagar seu ingresso de futebol automaticamente, apenas aproximando o seu celular, por exemplo, da catraca do estádio.


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O que é uma startup?


Startup.
São Paulo - Tudo começou durante a época que chamamos de bolha da Internet, entre 1996 e 2001. Apesar de usado nos EUA há várias décadas, só na bolha ponto-com o termo "startup" começou a ser usado por aqui. Significava um grupo de pessoas trabalhando com uma ideia diferente que, aparentemente, poderia fazer dinheiro. Além disso, "startup" sempre foi sinônimo de iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.
O que os investidores chamam de startup?

Muitas pessoas dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup. Outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores. Mas há uma definição mais atual, que parece satisfazer a diversos especialistas e investidores: uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

Apesar de curta, essa definição envolve vários conceitos:
- Um cenário de incerteza significa que não há como afirmar se aquela ideia e projeto de empresa irão realmente dar certo - ou ao menos se provarem sustentáveis.

- O modelo de negócios é como a startup gera valor - ou seja, como transforma seu trabalho em dinheiro. Por exemplo, um dos modelos de negócios do Google é cobrar por cada click nos anúncios mostrados nos resultados de busca - e esse modelo também é usado pelo Buscapé.com. Um outro exemplo seria o modelo de negócio de franquias: você paga royalties por uma marca, mas tem acesso a uma receita de sucesso com suporte do franqueador - e por isso aumenta suas chances de gerar lucro.

- Ser repetível significa ser capaz de entregar o mesmo produto novamente em escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente. Isso pode ser feito tanto ao vender a mesma unidade do produto várias vezes, ou tendo-os sempre disponíveis independente da demanda. Uma analogia simples para isso seria o modelo de venda de filmes: não é possível vender a mesmo unidade de DVD várias vezes, pois é preciso fabricar um diferente a cada cópia vendida. Por outro lado, é possível ser repetível com o modelo pay-per-view - o mesmo filme é distribuído a qualquer um que queira pagar por ele sem que isso impacte na disponibilidade do produto ou no aumento significativo do custo por cópia vendida.

- Ser escalável é a chave de uma startup: significa crescer cada vez mais, sem que isso influencie no modelo de negócios. Crescer em receita, mas com custos crescendo bem mais lentamente. Isso fará com que a margem seja cada vez maior, acumulando lucros e gerando cada vez mais riqueza.

Respondido por Yuri Gitahy, especialista em startups