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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Novas profissões na internet.

AS CARREIRAS.

Cada site é de um jeito e, por isso, pode deixar o usuário com a impressão de estar perdido ao acessar pela primeira vez. Evitar que isso ocorra é a missão de uma turma de profissionais que pensam a maneira como as pessoas irão navegar.
Arquiteto da informação.
Dá o pontapé inicial. Examina os objetivos do site, organiza os dados por ordem de importância e elabora os mapas de usabilidade, prevendo por onde o internauta irá navegar.
Analista de usabilidade.
Sua meta é saber o que os usuários querem. Realiza estudos frequentes para saber como o site é usado.
Webdesigner.
Seu olhar é voltado para o aspecto visual do site, mas faz isso pensando em como facilitar a navegação do usuário.
Gestor de usabilidade.
Identifica se o aplicativo ou site é de fácil acesso com base em requisitos não funcionais. Coloca-se no lugar de alguém que nunca utilizou o produto para saber se a relação é intuitiva ou se é difícil.
Webanalyst.
Está focado no desempenho do site. Sua meta é fazer com que as informações sejam encontradas com mais facilidade tanto pelos usuários quanto pelos buscadores.
Analista Funcional.
Verifica se os aplicativos estão atendendo aos requisitos funcionais com o máximo de rendimento.


OS ESTRATEGISTAS
Para figurar bem na web, é preciso se antecipar ao que vem pela frente, como um jogador de xadrez.
Consultor de e-business.
Analisa as necessidades de uma empresa e emprega estratégias para atrair clientes via internet.
Especialista em análise da web.
Mede os dados de audiência e publicidade de um site com a finalidade de melhorar seu posicionamento. Interpreta a relação do marketing online com as informações estatísticas.
Especialista em links patrocinados.
Elabora e monitora as campanhas. Além de dominar as ferramentas de links patrocinados e de certificação, tem perfil mais analítico e estratégico.


REI DO CONTEÚDO
Internet não é só apresentação visual. O conteúdo faz a diferença na relação com os usuários e precisa ser produzido pensando em todas as possibilidades que a web permite.
Editor de conteúdo
Encarregado do conteúdo, da redação e da edição dos textos publicados na web, desde um site corporativo até um jornal digital.
Blogueiro
A democracia da internet permite que qualquer pessoa possa escrever sobre os assuntos de seu interesse. Muitas pessoas se especializam nisso e se tornam blogueiros conhecidos, com público fiel. Quando um blog faz muito sucesso, pode ser patrocinado, além de ajudar a projetar a carreira do autor.
Caixeiro online
Cada vez mais, a internet se transforma em centro de compras. Mas para vender na rede é preciso entender os hábitos de consumo.
Gestor de marketing para e-commerce.
Realiza campanhas, acompanha o desempenho das lojas virtuais e o rendimento da publicidade.
Responsável pelo marketing de filiais.
É o intermediador em uma categoria de publicidade na qual os anunciantes só pagam quando há resultados em webvisitas ou vendas.
Diretor de marketing online.
Especialista em contratos publicitários na internet e em criar campanhas de promoção de produtos.

FAZ APARECER BEM NO GOOGLE
Conhecer os critérios de um site de busca e saber como usá-los a seu favor é o diferencial desse time.
Especialista em Search Engine Marketing (SEM)
Define a estratégia que será usada em uma ação publicitária, o que envolve a escolha das palavras-chave que serão patrocinadas. Também estabelece o orçamento necessário para as ações.
Especialista em Search - Engine Optimization (SEO)
Posiciona os conteúdos para que o site se destaque entre outras páginas da web, identificando palavras-chave.
Webmarketer.
Promove usuários ou sites nos indexadores e em redes sociais para fazer com que sempre apareçam em anúncios ou buscas.

UM MIX DE HABILIDADES.
Jogador profissional de jogos massivos online
Cria personagens capazes de progredir rapidamente em jogos com o objetivo de vendê-los para outros usuários.
Advogado especialista em direito na internet
Trata de tópicos como a contratação online, comércio eletrônico, assinatura digital, proteção de dados, propriedade intelectual e gestão de conteúdos, condições gerais de contratação na web e problemática jurídica dos nomes de domínio, entre outras questões.
Designer educacional.
Responsável por pesquisar e contribuir com o conteúdo dos cursos, organizando de forma didática, interativa e visualmente interessante o material. Trabalha em instituições de ensino, universidades corporativas e consultorias especializadas em ensino a distância.
Investigador de computadores.
Um detetive que busca evidências em computadores ou dispositivos móveis de suspeitos e vítimas de crimes, contribuindo para a investigação da polícia.
Foco na interação.
A troca entre os usuários e quem está por trás dos sites é uma das grandes riquezas da internet, mas é preciso agilidade e habilidade para responder.
Gestor de mídias sociais.
Responsável por monitorar como a marca está sendo avaliada e comentada. Muitos interagem com os clientes.
Gerente de marketing digital.
Responsável pelo acompanhamento da reputação da marca na internet. Monitora o conteúdo da exposição da marca nos meios digitais.
Mobile marketing.
Ajuda na elaboração de campanhas em parceria com os outros meios e desenvolve atividades publicitárias em dispositivos móveis e nas redes sociais.

Fonte: ZH

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

5 maneiras para ser encontrado por recrutadores no LinkedIn.

1. Tenha uma boa foto
Ter uma foto no seu perfil aumenta em sete vezes a sua chance de ser clicado no LinkedIn. A dica é colocar uma imagem que transmita seriedade e profissionalismo. Sua foto deve mostrar como você estaria em um ambiente de trabalho.

2. Siga empresas em que você gostaria de trabalhar.
No LinkedIn, você pode acompanhar empregadores e conhecer suas novidades. Além de facilitar seu acesso a informações importantes, isso pode mostrar ao recrutador que você presta atenção naquela empresa. 

3. Estude o perfil dos profissionais que estão onde você quer trabalhar.
Observe com atenção as características do perfil de funcionários do empregador que você deseja conquistar. É uma forma de saber que competências eles têm e que você precisa adquirir, ou mostrar que já tem.

4. Não se restrinja a informações “frias” sobre você.
Suas competências e experiências profissionais são importantes, mas não precisam ser a única face que você mostra na rede. Você se preocupa com os direitos dos animais, por exemplo? Inclua esse fato no campo “Causes I care about”. Isso pode criar mais possibilidades de identificação com o recrutador. 

5. Não perca tempo caçando recomendações e “endorsements”.
No LinkedIn, é possível escrever um depoimento sobre outro profissional e endossá-lo por suas competências e habilidades. Porém, a dica é se preocupar com qualidade, e não quantidade. Uma pessoa com 40 recomendações não vai chamar recrutador nenhum, se elas não forem escritas pelas pessoas certas.

Fonte: Exame

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Quando vale mudar de emprego?

A construção civil e o setor de tecnologia continuam atrás de mão de obra qualificada. As oportunidades na área de serviços, ligada ao consumo, estacionaram. Quem trabalha em segmentos atingidos pelas variações do dólar anda sem saber o que esperar do futuro. Economia aquecida não significa que chegou a hora ideal de mudar de empresa. Nem quando há desaceleração é sinal de que não se pode buscar novos caminhos. 
Há muito mais a ponderar antes de trocar de emprego. A remuneração não perdeu importância. “Mas as pessoas já focam na possibilidade de equilíbrio entre profissional e pessoal e no reconhecimento público dos méritos”, diz Gilberto Cavicchioli, professor de gestão de pessoas e marketing de serviços da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Especialmente, a atual geração. veja alguns itens para avaliar a possível troca de emprego
























Fonte:Época

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Dicas para fazer um bom Network.

Olá,

Hoje sua rede de relacionamento tem nome, o network. Fazer contatos, amizades, alianças, tudo isso sempre fez parte do bom relacionamento que te ajuda a chegar em certos objetivos. Para tal, selecionamos aqui algumas dicas para vocês melhorar seu network e ter mais sucesso. #Fica a dica. 

1) Saiba se expressar e seja claro para garantir que a pessoa esteja recebendo a informação correta.
2) Planeje antes de fazer o contato e o faça de maneira personalizada;
3) Cuide-se para ser uma pessoa interessante. Isso inclui ler, ir ao teatro, cinema, estar bem-informada, etc.
4) Estabeleça um link de relacionamento (um assunto em comum) com o outro contato.
5) Seja você mesmo e pratique seu network diariamente, de maneira natural.
6) Partilhe ideias e convide o interlocutor para opinar sobre elas.
7) Cuide da história que você está construindo.
8) Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem para desenvolver relacionamentos e cultivá-los.
9) Reserve um horário para rever aquelas pessoas que não você encontra há algum tempo.
10) Não é de bom tom procurar seus contatos apenas quando precisa de um favor.
11) Não fale mal dos outros.
12) No caso de necessitar de um favor, perceba se a pessoa entendeu suas intenções.
13) Avalie se o novo contato vai lhe acrescentar algo. Lembre-se de que a relação é de troca.
14) Tenha à mão seus cartões pessoais.
15) Trate seu network como uma irmandade, em que existe fidelidade e ajuda mútua.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

3 dicas para crescer profissionalmente.

DEDICAÇÃO

Nós sabemos que sem paixão pelo trabalho é bem fácil acabar acomodando-se na função. Isso significa perda tanto de produtividade quanto de qualidade. Então vamos pensar no assunto por outro um ponto de vista. Todo começo representa aprendizado. É agora que você terá oportunidade de adquirir experiência em inúmeros aspectos, que muitas vezes vão além do que exercer a atividade que você gostaria.
Seja lá qual for o seu emprego, aproveite a oportunidade para explorar as experiências que ele te proporciona. Se é algo que demande agilidade, esforce-se para ser o mais rápida que puder, isso com certeza será útil por toda a sua vida. Se você tem um chefe genioso (a), seja paciente e aproveite a experiência para aceitar a convivência com pessoas difíceis de lidar, afinal você poderá passar por isso várias vezes no mercado de trabalho.

BOA VONTADE

Se você estiver em um emprego que esteja abaixo das suas expectativas e do potencial das suas habilidades, certamente vai dominar sua função com muita rapidez. A partir do momento em que conseguir terminar todas as suas tarefas e ainda lhe sobrar tempo livre, não fique procrastinando até o momento de ir embora!
Seja proativa e se ofereça para ajudar no que for possível, mostre interesse em aprender novas atividades. Esse é o tipo de postura que agrada em qualquer corporação, além de ser o jeito mais eficiente de alcançar o crescimento.

PROJETOS PARALELOS

Pode ser que hoje você se veja obrigada a permanecer em um emprego que nada tem a ver com o que você realmente deseja. Então, até que chegue o momento em que você finalmente poderá dar um salto em sua carreira, não deixe de lado as coisas que você tem prazer em fazer.
O ideal é que, além do emprego, você organize seu tempo para tocar projetos paralelos que possam lhe trazer novas oportunidades. Invista em uma pós-graduação, se tem vontade de abrir um empreendimento próprio, já comece a fazer todas as pesquisas de mercado desde já, monte um blog para você.  Enfim, avalie que tipo de projeto te atende da melhor forma, mas não deixe de investir em si mesmao

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Qual a melhor forma de conversar com os clientes?

A abordagem de um cliente é uma preocupação recorrente das pequenas empresas. Como se aproximar sem ser inconveniente? O comportamento do vendedor não corresponde ao do comprador. Às vezes, a maneira com que gostaria de ser tratado não é a maneira que o cliente gosta de ser tratado. 

As boas estratégias podem se transformar em ruins se não houver limites. É importante perguntar, oferecer soluções adequadas, conversar e agregar valor. Mas há uma linha tênue que divide o bom atendimento do exagero, que leva ao desagrado.

1. Saiba observar: O bom vendedor sempre observa as reações do comprador, antes mesmo de abordá-lo. Comumente, as expressões corporais e faciais dizem muito. É preciso ficar atento aos detalhes e saber que cada cliente tem uma característica, uma necessidade e uma preocupação e foco.

2. Crie uma aproximação: Evite um atendimento impessoal e reativo, busque criar uma identificação com o cliente em algo que é importante para ele. Mais importante que a quantidade de pessoas atendidas por dia é o valor de cada venda e a quantidade de oportunidades convertidas em negócios.

3. Esteja preparado: Com conhecimento técnico e um bom networking, o vendedor tem condições de mapear o perfil dos consumidores e realizar um atendimento personalizado, começando bem uma conversa que o direcione às verdadeiras necessidades do cliente.

Fonte: Revista exame

terça-feira, 15 de abril de 2014

Como fazer boas negociações.


O que um general do exército durante uma guerra e um executivo em tempos de crise têm em comum? Guardadas as devidas proporções – e sem contar as características de liderança -, ambos precisam negociar o tempo todo. Mesmos nestes casos, a negociação não pode assumir ares de cabo de guerra. Pelo menos, foi o que os oficiais americanos mais habilidosos neste sentido aprenderam com o passar dos anos, segundo artigo publicado na Harvard Business Review há algum tempo. 


Todas as estratégias usadas por eles, de acordo com o estudo, confluem para o mesmo ponto: colaboração. Sim, isso mesmo. Apesar de em lados opostos da mesa, estes negociadores descobriram que o inimigo era o problema – não quem estava do lado de lá. 



“Negociar é a arte de somar diferenças”, afirma Renato Hirata, professor da HSM Educação. “Você tem que estar pronto para se desarmar e desamar os outros”. Para que isso aconteça, explica o especialista, não dá para chegar ao processo com coisas prontas e propostas fechadas.

Afinal, a ideia de colaboração pressupõe exatamente abertura para que o outro também participe da construção do acordo. Sem este espaço, volta-se para o cenário de cabo de guerra, onde cada um puxa a corda para um lado e não se vai a nenhum lugar. 


É neste ponto que reside o problema de negociações em tempos de crise. “Em um cenário de incerteza, as pessoas têm medo e só conseguem pensar em não perder, diz Hirata. "Quando se está neste processo de ‘não perder’, você não enxerga o que quer ganhar”. Se ambos lados estão nesta situação, chega-se a um impasse.

Pensando nisso e nas estratégias dos melhores negociadores do exército americano, conversamos com especialistas para saber quais os caminhos para desatar o nó da negociação em tempos adversos. Confira: 
Tenha cartas na manga
O primeiro passo em falso em uma negociação é chegar à discussão sem cartas na manga. Quando, na sua cabeça, é tudo ou nada, as chances de se ver encurralado e aceitar qualquer coisa são maiores. 
Por isso, na teoria da negociação, criou-se o conceito BATNA, que é uma sigla em inglês para a ideia de “melhor alternativa para um acordo negociado”. 
Na prática, isso significa que você só deve encarar uma negociação quando tiver, no bolso, outras possibilidades ou rotas de escape. 
Um exemplo clássico disso é o hábito de pechinchar. Ao comparar os preços de produtos em várias lojas, você não cede ao proposto pelo vendedor logo de cara e tem mais argumentos para fechar a compra de uma maneira vantajosa. 
O ponto é que a maior parte das pessoas foi treinada a resolver problemas com base em equações prontas e não a formulá-las por conta própria.
Uma conversa para chegar a um consenso exige uma mentalidade oposta: “quando a gente equaciona o problema, entendemos que há alternativas para solucioná-lo”, diz Hirata.
Tenha uma visão do todo
No campo de batalha afegão, a pesquisa diz, os oficiais americanos buscavam entender o quadro geral em que o caso estava inserido antes de fazer qualquer movimentação.
O mesmo vale para a negociação corporativa. Se a ideia é pedir um aumento, por exemplo, vale dar um passo para trás, desfocar do umbigo e olhar todo o quadro – não só as necessidades da sua conta bancária.
Neste caso, por exemplo, vale questionar: qual a situação financeira da empresa? E do mercado em que está inserida? E o que falar sobre seus resultados? 
Defina um espectro para negociar 
Tenha claro quais são os seus limites para um acordo. Lembre-se: a negociação é como um pêndulo que oscila entre criar ou reivindicar valor, como explica o professor Marcos Citeli, do ISE Business School.
Em outros termos, você precisa saber até que ponto pode ceder e lutar ou quanto quer aceitar – seja para mais ou menos. 
“Na negociação, a ideia é conseguir encontrar o mínimo e o máximo que agrade aos dois”, afirma o especialista. Por isso, segundo ele, é importante criar uma estratégia de concessões que defina, a priori, até onde você irá ceder. 
Estabeleça uma relação de confiança
A postura que você assume durante o processo pode ser decisiva para o resultado final do debate. Por isso, nada de punhos fechados, cara amarrada e a sensação de que você está em um ringue de MMA. 
Ao escolher o tom de voz adequado, as atitudes gentis e as perguntas que demonstram interesse pela visão do outro lado, você está, indiretamente, contando para o outro que o encara como um parceiro – não um inimigo. 
“A pessoa muda a forma como se comporta com você porque não o vê mais como uma ameça”, diz Hirata. 
Revele-se aos poucos
O termo agenda oculta é caro às negociações porque na base dele estão as intenções que moldam os bastidores do acordo. “O que é colocado na mesa é apenas a ponta do iceberg”, diz o especialista. E o seu papel é tentar desvendar o que está submerso. 
Ancore um bom valor
Cuidado para, na hora de fazer sua proposta, não começar muito por baixo. “Se seu limite mínimo é 1 500, estará frito se começar por aí”, diz Citeli. 
A dica é iniciar o processo de acordo em um ponto razoável para ambos os lados. “Se meu mínimo é 1 milhão e o máximo do comprador é 2 milhões, comece com 1,9 milhão”, exemplifica o professor. “Por isso, é importante saber os limites do outro lado”.
E na hora D
O processo de negociação, como se vê, não pressupõe apenas que se exerça influência sobre o outro, mas também exige que você se deixe  influenciar.
O resultado disso é que, mais cedo ou mais tarde, você terá que tomar uma decisão. Para minimizar as perdas, a dica é mensurar os riscos. 
Como? Analisando o passado.  “Na teoria estatística, você não olha para frente, você olha para o passado. Ao olhar outras experiências, você consegue entender qual é a tendência que traz um risco menor”, diz Hirata. 

Fonte: Exame

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Dicas para um bom atendimento.


O atendimento ao cliente é como o cartão de visitas de uma empresa, tem que ser bem sucedido e passar uma boa impressão. Para tal, segue aqui algumas dicas de especialistas sobre como fazer um bom atendimento. 

ATENÇÃO
Demonstre organização, seja pró-ativo e valorize o cliente. Isso impactará positivamente na imagem da empresa e facilitará os negócios.
POSTURA
Fale com confiança. Por isso, use dicção clara e o tom de voz na medida certa. Pronunciar as palavras baixo demais, por exemplo, não é sinônimo de respeito, nem humildade. Ao contrário, pode demonstrar insegurança.
COMPROMETIMENTO
Demonstre real disposição, energia e comprometimento para auxiliar o cliente naquilo que ele necessita. A otimização do tempo do cliente depende, então, de empatia (entender que ele pode estar estressado, com pressa, com dúvida), disciplina, foco, vontade e atitude. Isso se consegue com a melhoria dos processos e com a qualidade no atendimento.
TEMPO
Respeite o tempo do cliente, que espera que o seu caso seja resolvido o mais rápido possível. As pessoas, de forma geral, estão sempre com pressa e a percepção que elas têm de uma boa empresa engloba não só a qualidade do produto, mas principalmente a qualidade do atendimento que elas recebem - o tempo que elas levam para serem atendidas faz parte desse conceito.
CONTROLE
Não deixe se contagiar pelas reações negativas do cliente e não permita que a reclamação evolua para uma discussão.
PRAZOS
Informe prazos que sejam reais e cumpra-os rigorosamente.