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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

3 dicas para sair-se bem numa virada de carreira profissional.

Seja começando seu próprio negócio, seja mudando de setor de atuação, fazer uma mudança no meio da sua carreira profissional pode ser um grande desafio. Considere essas três dicas ao contemplar uma virada na sua trajetória profissional:

*Prepare-se para se sentir só e inseguro. Mudanças de carreira profissional frequentemente envolvem perda de status e de estabilidade financeira. Aceite que esses sentimentos difíceis fazem parte do processo.
*Prepare-se para o desconhecido. Mudar de carreira profissional significa abandonar um caminho conhecido. Você não saberá, de partida, o que vem a seguir – mas isso é parte de assumir riscos.
*Use novas métricas. No começo da sua carreira profissional, talvez você tenha usado dinheiro ou fama para medir seu sucesso. Talvez agora você queira mais autonomia, flexibilidade, ou fazer algo que tenha impacto positivo no mundo.
Fonte: Portal Harvard Business Review.



segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Novas profissões na internet.

AS CARREIRAS.

Cada site é de um jeito e, por isso, pode deixar o usuário com a impressão de estar perdido ao acessar pela primeira vez. Evitar que isso ocorra é a missão de uma turma de profissionais que pensam a maneira como as pessoas irão navegar.
Arquiteto da informação.
Dá o pontapé inicial. Examina os objetivos do site, organiza os dados por ordem de importância e elabora os mapas de usabilidade, prevendo por onde o internauta irá navegar.
Analista de usabilidade.
Sua meta é saber o que os usuários querem. Realiza estudos frequentes para saber como o site é usado.
Webdesigner.
Seu olhar é voltado para o aspecto visual do site, mas faz isso pensando em como facilitar a navegação do usuário.
Gestor de usabilidade.
Identifica se o aplicativo ou site é de fácil acesso com base em requisitos não funcionais. Coloca-se no lugar de alguém que nunca utilizou o produto para saber se a relação é intuitiva ou se é difícil.
Webanalyst.
Está focado no desempenho do site. Sua meta é fazer com que as informações sejam encontradas com mais facilidade tanto pelos usuários quanto pelos buscadores.
Analista Funcional.
Verifica se os aplicativos estão atendendo aos requisitos funcionais com o máximo de rendimento.


OS ESTRATEGISTAS
Para figurar bem na web, é preciso se antecipar ao que vem pela frente, como um jogador de xadrez.
Consultor de e-business.
Analisa as necessidades de uma empresa e emprega estratégias para atrair clientes via internet.
Especialista em análise da web.
Mede os dados de audiência e publicidade de um site com a finalidade de melhorar seu posicionamento. Interpreta a relação do marketing online com as informações estatísticas.
Especialista em links patrocinados.
Elabora e monitora as campanhas. Além de dominar as ferramentas de links patrocinados e de certificação, tem perfil mais analítico e estratégico.


REI DO CONTEÚDO
Internet não é só apresentação visual. O conteúdo faz a diferença na relação com os usuários e precisa ser produzido pensando em todas as possibilidades que a web permite.
Editor de conteúdo
Encarregado do conteúdo, da redação e da edição dos textos publicados na web, desde um site corporativo até um jornal digital.
Blogueiro
A democracia da internet permite que qualquer pessoa possa escrever sobre os assuntos de seu interesse. Muitas pessoas se especializam nisso e se tornam blogueiros conhecidos, com público fiel. Quando um blog faz muito sucesso, pode ser patrocinado, além de ajudar a projetar a carreira do autor.
Caixeiro online
Cada vez mais, a internet se transforma em centro de compras. Mas para vender na rede é preciso entender os hábitos de consumo.
Gestor de marketing para e-commerce.
Realiza campanhas, acompanha o desempenho das lojas virtuais e o rendimento da publicidade.
Responsável pelo marketing de filiais.
É o intermediador em uma categoria de publicidade na qual os anunciantes só pagam quando há resultados em webvisitas ou vendas.
Diretor de marketing online.
Especialista em contratos publicitários na internet e em criar campanhas de promoção de produtos.

FAZ APARECER BEM NO GOOGLE
Conhecer os critérios de um site de busca e saber como usá-los a seu favor é o diferencial desse time.
Especialista em Search Engine Marketing (SEM)
Define a estratégia que será usada em uma ação publicitária, o que envolve a escolha das palavras-chave que serão patrocinadas. Também estabelece o orçamento necessário para as ações.
Especialista em Search - Engine Optimization (SEO)
Posiciona os conteúdos para que o site se destaque entre outras páginas da web, identificando palavras-chave.
Webmarketer.
Promove usuários ou sites nos indexadores e em redes sociais para fazer com que sempre apareçam em anúncios ou buscas.

UM MIX DE HABILIDADES.
Jogador profissional de jogos massivos online
Cria personagens capazes de progredir rapidamente em jogos com o objetivo de vendê-los para outros usuários.
Advogado especialista em direito na internet
Trata de tópicos como a contratação online, comércio eletrônico, assinatura digital, proteção de dados, propriedade intelectual e gestão de conteúdos, condições gerais de contratação na web e problemática jurídica dos nomes de domínio, entre outras questões.
Designer educacional.
Responsável por pesquisar e contribuir com o conteúdo dos cursos, organizando de forma didática, interativa e visualmente interessante o material. Trabalha em instituições de ensino, universidades corporativas e consultorias especializadas em ensino a distância.
Investigador de computadores.
Um detetive que busca evidências em computadores ou dispositivos móveis de suspeitos e vítimas de crimes, contribuindo para a investigação da polícia.
Foco na interação.
A troca entre os usuários e quem está por trás dos sites é uma das grandes riquezas da internet, mas é preciso agilidade e habilidade para responder.
Gestor de mídias sociais.
Responsável por monitorar como a marca está sendo avaliada e comentada. Muitos interagem com os clientes.
Gerente de marketing digital.
Responsável pelo acompanhamento da reputação da marca na internet. Monitora o conteúdo da exposição da marca nos meios digitais.
Mobile marketing.
Ajuda na elaboração de campanhas em parceria com os outros meios e desenvolve atividades publicitárias em dispositivos móveis e nas redes sociais.

Fonte: ZH

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

5 maneiras para ser encontrado por recrutadores no LinkedIn.

1. Tenha uma boa foto
Ter uma foto no seu perfil aumenta em sete vezes a sua chance de ser clicado no LinkedIn. A dica é colocar uma imagem que transmita seriedade e profissionalismo. Sua foto deve mostrar como você estaria em um ambiente de trabalho.

2. Siga empresas em que você gostaria de trabalhar.
No LinkedIn, você pode acompanhar empregadores e conhecer suas novidades. Além de facilitar seu acesso a informações importantes, isso pode mostrar ao recrutador que você presta atenção naquela empresa. 

3. Estude o perfil dos profissionais que estão onde você quer trabalhar.
Observe com atenção as características do perfil de funcionários do empregador que você deseja conquistar. É uma forma de saber que competências eles têm e que você precisa adquirir, ou mostrar que já tem.

4. Não se restrinja a informações “frias” sobre você.
Suas competências e experiências profissionais são importantes, mas não precisam ser a única face que você mostra na rede. Você se preocupa com os direitos dos animais, por exemplo? Inclua esse fato no campo “Causes I care about”. Isso pode criar mais possibilidades de identificação com o recrutador. 

5. Não perca tempo caçando recomendações e “endorsements”.
No LinkedIn, é possível escrever um depoimento sobre outro profissional e endossá-lo por suas competências e habilidades. Porém, a dica é se preocupar com qualidade, e não quantidade. Uma pessoa com 40 recomendações não vai chamar recrutador nenhum, se elas não forem escritas pelas pessoas certas.

Fonte: Exame

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Como trabalhar com mais qualidade?

Você já se pegou questionando sobre a sua rotina no trabalho e tentando entender porque os dias tem sido tão curtos? A quantidade de tarefas só aumenta, o seu salário continua o mesmo e você parece estar cada vez mais cansada e sem tempo para cuidar da sua vida pessoal.

Como você tem encarado essa realidade? Muita gente costuma achar que quanto mais tarefas acumular, quanto mais “mostrar serviço” o tempo todo, mas credibilidade e possibilidades de crescimento terá.

A verdade é que iniciativa e boa vontade serão sim, sempre bem-vindos. Porém, tão importante quanto isso é estabelecer seus próprios limites e impor respeito entre seus colegas e superiores.

AS COLABORAÇÕES

Ter um bom relacionamento com os colegas e boa vontade para orientar, ensinar ou até dar uma força em algumas tarefas é algo positivo. Mas há uma grande diferença entre ajudar e “carregar nas costas”. Este tipo de conduta começa lá atrás, ainda na faculdade. Lembra daquele colega que sempre  perdia prazos e pedia para incluir o nome dele em trabalhos de grupo? Pois é, essas pessoas podem se tornar seus colegas de trabalho e continuar com a mesma cara de pau.

Para compensar a audácia dos pedidos, costumam ser muito simpáticos e encher seu ego com milhões de elogios. Quando você menos percebe, aquela “mãozinha” com uma ou outra tarefa começa a fazer parte da sua rotina e o colega “pidão” vai sentir-se à vontade até para lhe cobrar prazos e entregas de atividades que seriam obrigação dele, não sua.

Ainda que você fique sem jeito, é preciso aprender a dizer não! Deixe claro que você tem seus próprios prazos e suas atividades a cumprir, que qualquer ajuda que possa dar, terá que ser em segundo plano. Ser solícita para ajudar os colegas é bom, assumir o trabalho dos outros para si é um erro da sua parte.



OS PEDIDOS DO CHEFE

Tudo que lhe é solicitado, você entrega em dia. Ponto para você, com certeza sua chefia está observando sua agilidade para fazer o que é preciso. O problema começa quando as tarefas vão aumentando dia após dia, mas seu salário e sua função permanecem sem alterações.

Na correria do cotidiano, seu chefe pode estar te sobrecarregando de tarefas sem dar-se conta de tudo que você tem acumulado. Uma forma de você demonstrar isso, é levar até ele tudo que vem fazendo e o que deve ser tomado como prioridade. Se os prazos estiverem muito curtos, seja honesta e mostre que não é possível fazer tudo a tempo, que você vai precisar dividir o trabalho com alguém ou de um prazo maior.

É melhor contestar de um jeito educado e realista do que comprometer-se com o impossível. Caso contrário, você corre o risco de entregar um trabalho sem a qualidade que gostaria e ainda vai ficar mais estressada.

Aprenda a estabelecer seus limites para que você seja capaz de manter o equilíbrio entre sua vida profissional e pessoal!

Fonte: Finanças Femininas

domingo, 17 de agosto de 2014

Cinco pilares que líderes precisam transmitir para suas equipes

Relevância – Diante das necessidades e expectativas expressas pelo mercado. Nenhuma empresa terá chance real de sobrevivência sem demonstrar sua relevância no atendimento de demandas de consumidores e da sociedade. É também necessário engajar seus colaboradores com a relevância de seu propósito de forma que seja uma inspiração coletiva para todas as aspirações individuais sem comprometer governos com seu papel no desenvolvimento econômico e social e sem superar consistentemente as expectativas de retorno de seus investidores e acionistas. As lideranças têm o papel de assegurar que as diversas dimensões de resultados da organização estejam em sintonia com essas expectativas.

Coesão – Grupal diante da certeza dos impactos positivos de uma cultura organizacional forte para superação de todos os obstáculos. Uma forte coalizão de lideranças dedicadas para o sucesso coletivo e para a pactuação coletiva em torno de um propósito comum e relevante pode assegurar o direcionamento de toda a energia organizacional para realizar seus objetivos e entrega de suas propostas de valor para diferentes stakeholders. O papel das lideranças é fortalecer essa coesão grupal para fomentar tal energia organizacional positiva.

Resiliência – Diante das necessidades de reinventar seus negócios. Renovar propostas de valor para diferentes stakeholders, de adaptar a novas dinâmicas competitivas, de fazer sacrifícios em prol do sucesso de longo prazo e descongelar certezas culturais fossilizadas ao longo do tempo pelos grupos. Acreditar todos os dias que os melhores tempos ainda estão por vir e que para isso, é necessário trabalhar. O papel das lideranças é coordenar todos esses esforços de transformação organizacional, influenciando, orquestrando, monitorando e reconhecendo.

Foco – Nas competências essenciais necessárias para a realização do propósito comum para promover disciplina necessária para superar ilusões megalomaníacas e relembrar todos os dias que no passado o sucesso foi decorrente de muita dedicação e que no futuro será obtido à medida que a organização consiga direcionar suas energias para oportunidades mapeadas e se concentrar no essencial. O papel das lideranças é manter tal obsessão por resultados, por solidez e por competências.

Excelência – Em todos os aspectos do sistema organizacional, principalmente da execução de processos, no controle financeiro e nas experiências do consumidor com seus produtos e serviços. Nenhuma empresa pode se sustentar a longo prazo sem crer verdadeiramente que excelência é um alvo móvel e, assim, aquilo que se torna excelente hoje não será suficiente para os próximos passos. O papel das lideranças é desenvolver novos líderes humildes e conscientes de que a sorte caminha ao lado daqueles que trabalham.

Fonte: Administradores

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Quando vale mudar de emprego?

A construção civil e o setor de tecnologia continuam atrás de mão de obra qualificada. As oportunidades na área de serviços, ligada ao consumo, estacionaram. Quem trabalha em segmentos atingidos pelas variações do dólar anda sem saber o que esperar do futuro. Economia aquecida não significa que chegou a hora ideal de mudar de empresa. Nem quando há desaceleração é sinal de que não se pode buscar novos caminhos. 
Há muito mais a ponderar antes de trocar de emprego. A remuneração não perdeu importância. “Mas as pessoas já focam na possibilidade de equilíbrio entre profissional e pessoal e no reconhecimento público dos méritos”, diz Gilberto Cavicchioli, professor de gestão de pessoas e marketing de serviços da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Especialmente, a atual geração. veja alguns itens para avaliar a possível troca de emprego
























Fonte:Época

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

5 dicas para acertar ao falar sobre si durante a entrevista.

1. Os primeiros minutos são cruciais.
Sete minutos. É o tempo que você tem para “fisgar” um recrutador. É que, em média, a decisão dele sobre bater ou não o martelo sobre a sua contratação é baseada nestes primeiros minutos da conversa.
Sim, a primeira impressão é a que fica e os representantes das empresas confirmaram esta máxima durante o evento.

2. Conecte os fatos descritos.
Descrever a trajetória não é repetir o que está no seu currículo. Afinal, o entrevistador já está com ele na mão.
Em vez de dizer o que fez opte por explicar os “porquês” da sua vida profissional até agora. Assim, você traz significado ao conectar fatos e dados expostos seu currículo.

3. Evite ser muito detalhista.
Entrar em muitos detalhes pode comprometer a transmissão do panorama geral da sua carreira, já que a apresentação deve ser rápida. A ideia é manter uma visão de águia a respeito da sua trajetória profissional.

4. Aposte na coesão da sua história.
Assim como um texto, a sua apresentação precisa ser coesa. Construa o seu discurso pensando se a história que você vai contar faz sentido e demonstra quem é você e o que você busca para a sua carreira.

5. Deixe adjetivos e chavões de fora do seu discurso.
Não sucumba aos adjetivos e chavões na hora de falar sobre si. Falar obviedades como se fossem grandes sacadas pessoais pode dar a impressão de que você é ingênuo demais.
Exemplo: dizer que o intercâmbio permitiu que você entrasse em contato com outras culturas não diz nada além do óbvio. Da mesma forma, autoproclamar-se persistente não quer dizer muita coisa. Deixe que os fatos conduzam o recrutador a concluir isso.

Fonte: Revista Exame

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Passo a passo para fazer um vídeocurrículo.

Comum nos Estados Unidos e na Europa, o currículo em vídeo vem ganhando força no Brasil. Apesar de ainda ser considerado um diferencial, muitas empresas já estão colocando o formato em seus processos seletivos.

Para Camila Laguzzi, coordenadora da La Gracia, empresa que presta consultoria para apresentações, a prática deve se tornar mais comum na medida em que a internet e as novas tecnologias evoluírem e se tornarem mais acessíveis. “Com a internet, fica mais fácil para as pessoas produzirem conteúdos pessoais. Não é necessário contratar alguém ou investir dinheiro. O processo de produção está cada vez mais fácil e acessível, já que as câmeras dos celulares estão mais potentes também”, afirma Camila.

Seja para impressionar os recrutadores ou para ultrapassar mais uma etapa do processo seletivo, gravar um vídeo falando de si mesmo não está na lista das coisas mais fáceis para se fazer, mesmo para quem é considerado “multimídia”. Segue aqui um passo a passo para não queimar seu filme e ter ainda mais chances de ser contratado.

1º passo: Pesquise sobre a empresa
Perceber o que a empresa quer é fundamental para começar a gravar. Saiba quais são as características desejadas. “Nessa primeira fase, é importante pesquisar o mercado em que você quer atuar. Pesquise também a empresa e identifique alguma necessidade. Nunca faça algo genérico para mandar para diversas empresas. Você precisa falar diretamente com o seu público. Faça algo exclusivo e direcionado”, afirma Camila. 

2º passo: Crie um roteiro criativo
Depois de colher informações sobre a empresa e o mercado, é hora de criar um roteiro. Detalhe: não basta tê-lo na sua cabeça - o ideal é passar tudo para o papel. “Uma boa ideia é gravar um vídeo falando de alguma experiência pessoal ou profissional, algo que crie a expectativa de que você vá trazer benefício real à empresa”. Para Camila, o objetivo do vídeo é mostrar para os recrutadores as competências e características que traduzam o que o candidato é e também que ele se encaixa nas necessidades da empresa. “Nessa etapa, um dos maiores erros dos candidatos é não planejar o vídeo e apenas ler o próprio currículo em frente à câmera”.

Dica: Não faça vídeos longos. O ideal é que o filme tenha no máximo um minuto. "O vídeocurrículo é uma apresentação. É como na publicidade – você tem que falar o que o produto tem de melhor em poucos segundos”.

3º passo: Preocupe-se com o visual
Nada de choro de criança, telefone tocando ou som de televisão.  Preocupe-se com todos os itens que possam roubar a atenção do recrutador. “Nessa hora, pequenos detalhes fazem a diferença. Evite cores muito chamativas, por exemplo. Até a cor do concorrente pode atrapalhar”.

Assim como em qualquer entrevista de emprego, é essencial planejar o que vestir para aparecer na tela. Para advogados, por exemplo, um terno bem alinhado é fundamental. “Até um corte de cabelo diferente pode trazer a ideia que você é um profissional criativo e busca inovação”.

A qualidade da imagem da gravação não é o item mais importante, basta que a imagem fique nítida.

4º passo: Tenha boa postura
Na hora de gravar, é importante falar o português correto, saber a entonação das palavras e ter boa postura. “O vídeo permite que o recrutador olhe no olho no candidato e perceba coisas que são impossíveis de notar no currículo impresso”.

Fonte: Época

quinta-feira, 24 de julho de 2014

4 dicas para escolher a profissão certa.

1 – Envolver os pais
É importante começar a conversa sobre orientação profissional e escolha de carreira dos filhos pelos pais. Eles são referências importantes e, como tal, precisam entender o valor do respeito e do estímulo às escolhas, o saber participar e ouvir. Um importante desafio para os pais nessa fase de vida dos filhos é compreender e aceitar que são eles que precisam fazer suas escolhas, e não os pais.  Há, ainda, a necessidade de atualização para que os pais possam dar um bom apoio.
2 – Buscar apoio especializado
Esta é uma das mais ricas fases de autoconhecimento na vida de uma pessoa e não pode ser desperdiçada.  Por isso, vários colégios, oferecem sessões com um psicólogo especialista na área. Além de identificar capacidades e possibilidades de cada um, este profissional deve explorar as habilidades e competências exigidas pelo mercado de trabalho.
3 – Visitar a faculdade
Orientadoras educacionais recomendam checar as notas do ENADE que classificam o desempenho dos alunos em cada curso e, se possível, visitá-las antes de escolher a instituição de nível superior.  
4 -  Falar com quem já se formou
Como o curso superior é uma ponte para a futura vida profissional, é importante ouvir quem já a cruzou.  Pois essa pessoa poderá colocar todas as informações sobre a instituição de ensino visada em uma nova perspectiva. Em algumas escolas,  há palestras internas com profissionais  e conversas com ex-alunos.


Fonte: Portal Carreira & Sucesso 

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Outsourcing no mercado de TI

Termo que está em evidência e conceito cada vez mais popular no meio corporativo, a definição de "outsourcing" costuma gerar confusão. Geralmente, e de maneira errada, é traduzido como "terceirização". Convém então, e antes de tudo - diferenciar uma coisa e outra.


Por terceirização, entendem-se atividades mais rotineiras, de menor valor percebido, aquelas geralmente mais distantes hierarquicamente do "core business" (a "vocação" da empresa). Mas, que atividades são essas? Limpeza, segurança, transporte, logística, são bons exemplos. Enfim, atividades que, embora importantes operacionalmente, influem pouco nos aspectos estratégicos e até comerciais de uma empresa.



O outsourcing, em sua essência, também é uma terceirização, contudo, terceirização estratégica de áreas-chave para o "core business", muitas das quais, inimagináveis há até pouco tempo: controle financeiro, força de vendas, sistemas de informação, prospecção e T.I. Que tal colocar seu foco naquilo que você faz melhor que sua concorrência e deixar que especialistas cuidem do restante? Essa é justamente a melhor definição para o outsourcing. Como principais vantagens, podemos citar a redução de custos e o aumento geral da produtividade.



Com o aumento exponencial da competitividade nos mais variados mercados, as empresas, independente do porte, se viram obrigadas a repensar seu modelo de negócios e, consequentemente, a adaptar suas estruturas internas a essa nova realidade. Há cada vez mais especialistas no mercado à disposição para resolver todo e qualquer tipo de problema que você e sua empresa possam ter. Vive-se atualmente um "boom" do outsourcing. Desnecessário dizer que esse fato contribui para uma queda qualitativa na atividade, afetando diretamente empresas sérias cujo core business (de novo o termo) é, justamente, a prestação profissional de serviços de outsourcing.



Então, como e quando decidir transferir áreas-chave de sua empresa, para quem realmente entende do assunto? Como saber se suas necessidades serão supridas por profissionais realmente competentes, e não por "aventureiros do mundo do outsourcing"? Considerar os seguintes aspectos:



- Identifique e avalie as oportunidades: saiba quais são os seus processos críticos, ou seja, aqueles que devem obrigatoriamente ser conduzidos por sua organização, e quais não são vitais para seu sucesso.

Uma vez identificadas as competências-chave da empresa (aquilo que realmente "fazem bem feito"), todas as demais atividades são candidatas ao outsourcing. Defina exatamente o seu cenário atual e alinhe suas expectativas futuras ao cenário do outsourcing.


- Selecione o fornecedor: saiba separar o joio do trigo, afinal existem muitas empresas que oferecem "terceirização" de serviços. Como em qualquer caso, busque referências antes de contratar. Indicações de amigos e parceiros já atendidos são um ótimo parâmetro. Reportagens na mídia sobre empresas de destaque no setor, também são excelentes como referência no processo de escolha.



- Prepare a transição: caso o departamento a ser transferido para o outsourcing já exista em sua empresa, programe essa transição de maneira ordenada e antecipada. Identifique quais são os colaboradores e talentos humanos que podem migrar para outros departamentos, por exemplo. Comunique as equipes com antecipação, mostrando os aspectos positivos que as mudanças terão para o desempenho de todos.



- Acompanhe o desempenho continuamente: avalie se o desempenho do prestador de outsourcing está de acordo com suas expectativas e, acima de tudo, se está perfeitamente alinhado com os índices de resultados e excelência acordados em contrato. É natural que haja ajustes no decorrer dos processos, em especial no início de uma operação. Contudo, resultados negativos recorrentes e desvios graves dos termos acordados são sinais de que medidas corretivas mais urgentes precisam ser tomadas. Nesta fase, a melhoria contínua dos processos entre as partes deve ser o principal objetivo a ser atingido.



Ainda é interessante destacar que o outsourcing deve ser sempre encarado como uma parceria estratégica efetiva entre a empresa contratante e a contratada. De início, os níveis hierárquicos mais elevados devem envolver-se diretamente nos processos e, gradualmente, podem passar a delegar funções de intermediação estratégica aos gestores responsáveis por cada área. Ainda neste caso, uma transição gradual e ordenada também é muito recomendada.



E, afinal, quais áreas são passíveis de outsourcing? Podemos citar:



- Planejamento estratégico: afinal, a melhor estratégia do mundo pode ser desperdiçada se não houver pessoal com conhecimento e envolvimento necessários à sua execução;



- Marketing e vendas: quem nunca ouviu falar em contratar uma agência de marketing, ou de promoção de vendas, para cuidar da divulgação de seus produtos e serviços, por exemplo?



- Recursos humanos: delegar a alguém especializado todo o processo de seleção que lhe entregasse um profissional já treinado para uma área importante de sua empresa. Não seria ótimo?



- Informática e T.I.: gestão de equipamentos complexos, consolidação de base de dados e, claro, assistência técnica permanente de sua área de informática certamente são algo que deve ser delegado a profissionais dedicados exclusivamente a isso.


Muito mais do que uma simples terceirização, o outsourcing deve ser visto como um processo de transformação estratégica. Concentre-se naquilo que faz melhor e entregue o restante a especialistas. Sua empresa agradece.


Augusto Gomes – Diretor do Royall Group, empresa especializada em Outsourcing Integrado, nas áreas de Vendas e Marketing, Recursos Humanos e T.I. 

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Dicas para fazer um bom Network.

Olá,

Hoje sua rede de relacionamento tem nome, o network. Fazer contatos, amizades, alianças, tudo isso sempre fez parte do bom relacionamento que te ajuda a chegar em certos objetivos. Para tal, selecionamos aqui algumas dicas para vocês melhorar seu network e ter mais sucesso. #Fica a dica. 

1) Saiba se expressar e seja claro para garantir que a pessoa esteja recebendo a informação correta.
2) Planeje antes de fazer o contato e o faça de maneira personalizada;
3) Cuide-se para ser uma pessoa interessante. Isso inclui ler, ir ao teatro, cinema, estar bem-informada, etc.
4) Estabeleça um link de relacionamento (um assunto em comum) com o outro contato.
5) Seja você mesmo e pratique seu network diariamente, de maneira natural.
6) Partilhe ideias e convide o interlocutor para opinar sobre elas.
7) Cuide da história que você está construindo.
8) Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem para desenvolver relacionamentos e cultivá-los.
9) Reserve um horário para rever aquelas pessoas que não você encontra há algum tempo.
10) Não é de bom tom procurar seus contatos apenas quando precisa de um favor.
11) Não fale mal dos outros.
12) No caso de necessitar de um favor, perceba se a pessoa entendeu suas intenções.
13) Avalie se o novo contato vai lhe acrescentar algo. Lembre-se de que a relação é de troca.
14) Tenha à mão seus cartões pessoais.
15) Trate seu network como uma irmandade, em que existe fidelidade e ajuda mútua.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Dividindo tarefas com colegas.

Às vezes, estamos na posição de um funcionário comum e às vezes de supervisor; muitas pessoas se encontram nessa situação. Quando o supervisor está ausente, você assume o lugar dele; se ele está presente, você volta à condição de funcionário comum. É preciso dividir a responsabilidade do trabalho e quem melhor para fazer isso do que com seus colegas?

1 - Primeiramente, faça uma reunião. Discuta sobre as tarefas que precisam ser realizadas durante o dia, bem como as de longo prazo que também precisam ser concluídas.

2 - Peça contribuições. Já que seus colegas estão trabalhando com você todos os dias, eles são as melhores pessoas para pedir conselhos, pois conhecem sua forma de agir e podem ajudá-lo com as tarefas.

3 - Distribua as tarefas para o grupo e tente atender as solicitações de todos. No final das contas, você será o responsável e precisará tomar a decisão final. Tente fazer a coisa certa e explique sua decisão para que seus colegas entendam que você não está apelando para o favoritismo.

4 - Delegue o trabalho. No caso de existirem pessoas subordinadas a alguns de seus colegas, deixe claro que eles poderão distribuir as tarefas que desejarem da forma como acharem melhor. É importante realizar o trabalho, não importa quem o execute, desde que seja da forma certa.

5 - Deixe bem claro para todos que executar as tarefas que lhes foram atribuídas até o prazo determinado é responsabilidade de cada um. Mesmo não podendo dizer mais tarde para seu supervisor que o trabalho não está sendo feito porque determinadas pessoas não fizeram sua parte, ainda assim você tem que dar essa responsabilidade para eles. Você verá que a maior parte do trabalho será concluída se contar com bons colegas. Se assim for, talvez nem precise seguir o passo seis.

6 - Verifique o andamento do trabalho e ofereça ajuda, se necessário. Talvez seja uma boa ideia conferir o progresso do trabalho algumas horas antes do prazo de conclusão, somente para ter certeza de que tudo ficará pronto a tempo. Além disso, você deverá receber um relatório sobre o andamento do trabalho.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Tempo livre e ócio criativo: receita para o bem estar.


Fugir do óbvio. Não se conformar com o pré-estabelecido. Ficar incomodado com a rotina. Buscar o novo. Alimentar a criatividade. O ser humano precisa inovar para evoluir em todas as áreas, sejam emocionais, sejam práticas. Para isso ele precisa de tempo livre e liberdade para exercer o ócio criativo. Só assim é possível equilibrar trabalho e produtividade com lazer e bem-estar.

A vida depende da criatividade: para conquistar um amor, assegurar a vaga de emprego, desenvolver uma máquina incrível ou descobrir a vacina para determinada doença. Não importa. Inspiração para apresentar algo novo é fundamental para a existência. É o oxigênio que move a existência.

O professor e sociólogo italiano Domenico De Masi, autor do livro Ócio criativo, alerta para a urgência de o homem fazer a redistribuição do tempo, do trabalho, da riqueza, do saber e do poder. Ele desenvolve um pensamento sobre o trabalho, o tempo livre e a evolução da sociedade e mostra toda a insatisfação diante do modelo centrado na idolatria do aspecto profissional e da competitividade. "É preciso dar valor à introspecção, ao convívio, à amizade, ao amor e às atividades lúdicas para se tornar um ser criativo."

Tanto é verdade essa necessidade que a professora Kalina Christoff, do Departamento de Psicologia da Universidade British Columbia, no Canadá, provou por meio de imagens de ressonância magnética que o cérebro está bem mais ativo durante o devaneio do que se imaginava. A pesquisa, publicada na revista científica americana Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), comparou esse estado a um momento de raciocínio lógico. Ou seja, mesmo num ritmo menos acelerado, o cérebro está criando. Isso significa que distração e a diversão não são coisas de gente preguiçosa ou folgada. É também um caminho para ter boas ideias, manter a saúde e resolver problemas.

ECONOMIA CRIATIVA

Ema artigo publicado na revista Inteligência Empresarial, nº 37, assinado por Edna dos Santos-Duisenberg, economista, diplomata internacional aposentada da ONU e ex-chefe do Programa de Economia Criativa da United Nations Conference on Trade and Development (UNCTAD), em Genebra, a autora discorre sobre tempo livre, lazer e economia criativa. Ela diz que a definição de lazer é controversa. 

Mas há um certo consenso de que existem três formas: lazer como tempo, lazer como atividade e lazer como estado de espírito. "Lazer como tempo é o chamado tempo livre de obrigações de trabalho e das necessidades fisiológicas. Lazer também pode ser compreendido como as atividades a que as pessoas se dedicam quando dispõem de tempo livre, sem contar as atividades vinculadas à existência, como as horas de sono ou cuidando da casa ou dos afazeres domésticos. Estas atividades podem ser variadas, desde aquelas ligadas à recreação, aos esportes, até as que são mais voltadas ao desenvolvimento humano ou intelectual, tais como ler por prazer. Considerar lazer como estado de espírito é ainda mais complexo, pois depende da percepção individual sobre conceitos diversos, tais como a liberdade, a motivação, a competência, o espírito competitivo etc. 

O importante, neste caso, é a possibilidade de escolha." Edna fala ainda sobre a economia criativa, "um conceito relativamente novo, centrado, mas não restrito às artes e às atividades culturais, e voltado para a dinâmica das indústrias criativas e seu impacto na economia global. Trata-se de um grupo de bens tangíveis e serviços intangíveis que têm como insumo principal a criatividade e o capital intelectual, e que se tornou um componente essencial de crescimento econômico, do emprego, do comércio, da inovação e da coesão social." Edna lembra que o comércio de produtos criativos atingiu em 2011, US$ 624 bilhões. "O Brasil, apesar do seu grande potencial criativo, exporta atualmente cerca de US$ 7,4 bilhões de bens e serviços criativos."

OBRA DE ARTE DO INCONSCIENTE

O psicanalista e professor de psicologia da UFMG Guilherme Massara, diz que este é um tema instigante. "A pesquisa que revela dados sobre o Mind Wandering é interessante e atesta como o devaneio se apoia num complexo arranjo de funções cerebrais. Outro dado interessante: que é uma atividade que aumenta na medida em que a mente não está sob a pressão de uma tarefa por realizar."

Conforme Guilherme Massara, para a psicanálise, o devaneio diurno ou noturno, aparentemente desprovido de sentido, às vezes absurdo, incoerente ou estranho, é um processo que traz a marca do inconsciente. "E como tal, traz em sua composição – muitas vezes de forma disfarçada – traços dos desejos, dos temores ou angústias que vivemos. O sonhar acordado não necessariamente resulta numa narrativa que seja portadora de um sentido em si mesma, mas é algo que pode ser interpretado (numa situação específica, ali, trabalhada "no divã") e que pode sim, com isso, revelar algum sentido ao sonhador."

O psicanalista lembra que o termo inglês "wandering" reporta-se à raiz etimológica de "errância" ou divagação. "A lição de Freud é que a errância não é sinônimo de esmo, de aleatório ou de indeterminado. Há caminhos, trilhas e vias traçadas sobre as experiências e memórias inconscientes de cada um de nós e, quando devaneamos, frequentemente essas vias são alimentadas e nos põem diante de algumas verdades difíceis, dolorosas ou proibidas. E são esses caminhos que nos colocam diante das inscrições fundamentais de nossa história e que se mesclam às ficções dos devaneios, cujo resultado, frequentemente, não deixa de exibir também qualidades estéticas. O sonho, e quem sabe também o devaneio, sejam no final das contas aquela pequena obra de arte com a qual nos saúda o inconsciente nosso de cada dia?", questiona.

Para o sociólogo Domenico De Masi , a escolha é a seguinte: "Posso viver o ócio prevaricando, roubando, violentando, entediando-me e explorando. Ou posso vivê-lo com vantagens para mim e para os outros, fazendo com que eu e os outros sejamos felizes, sem prejudicar ninguém. Neste caso, e só neste caso, atinjo a plenitude do conhecimento e da qualidade de vida".

Fonte: Saúde Plena.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Como fazer a internet trabalhar para você.

Olá.

A Macro Office hoje trás para você um artigo muito interessante da revista Época que fala como começar a fazer a internet dar mais retorno financeiro e e profissional para você.
Acompanhe e deixe comentários.

Faça o teste: coloque seu nome, sobrenome e profissão no Google para ver o que vem. Se você tem perfis em redes sociais, mesmo que as use pouco, é quase certo que estarão entre os primeiros resultados. Qualquer presença que você tenha em redes, como Facebook, Google+, LinkedIn ou Twitter, tende a ganhar destaque numa busca. Continue o teste e seja sincero: para sua vida profissional, o resultado é bom, ruim ou indiferente? Pegadinha: a resposta mais perigosa, aqui, é “indiferente”. A não ser que você não queira nada com o trabalho, nem mais dinheiro, nem mais satisfação, as redes sociais fazem muita diferença em sua vida. Isso não vale só para quem procura um emprego. A presença na internet pode redefinir ou garantir o rumo de empregados, desempregados, profissionais autônomos e donos de negócios próprios. “Desenvolver e manter seu perfil na internet é tão importante quanto estar atualizado profissionalmente”, diz Soumitra Dutta, diretor da Escola de Gestão da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. A pesquisadora americana Mary Beth Watson-Manheim, da Universidade de Illinois, afirma que os benefícios da boa exposição ocorrem até no uso profissional de redes entre colegas de uma mesma organização. Ao se engajar nesse relacionamento, os profissionais adquirem, geram e adaptam conhecimento. Esse conhecimento, se bem usado, resulta em maior e melhor reputação.

A necessidade de usar bem as redes, profissionalmente, ocupa boa parte do livro Promova-se: as novas regras para uma carreira de sucesso (Editora Cultrix), do consultor e especialista em marketing pessoal Dan Schawbel. “As empresas estão à procura de talentos nessas redes. Se você não estiver ativo, perderá oportunidades”, disse Schawbel a ÉPOCA. Ele merece atenção nesse tema, não tanto pelo que estudou – graduou-se em marketing na Universidade Bentley, nos Estados Unidos –, mas pelo que já fez, apesar de ter apenas 30 anos. Schawbel encontrou realização e dinheiro depois de criar a própria consultoria, a Millenial Branding, especializada em comportamento jovem, de fundar duas comunidades de blogs, de escrever dois livros e de tornar-se colunista de quatro veículos de comunicação (incluindo grandes revistas americanas, como a Time). O perfil dele na rede social LinkedIn revela seu envolvimento atual em cinco projetos.

A paranoia disseminada por comentários nos sites e nas redes sociais.
Schawbel se mostra hiperativo desde a faculdade, quando participou de sete organizações universitárias e oito programas de estágio. Não é preciso ser um dínamo como ele para virar referência em sua área de atuação. Bastam algum planejamento e disciplina (leia os casos dos profissionais nos quadros abaixo). Ainda como estudante, Schawbel chegou a dedicar mais de 100 horas por semana (ou mais de 14 horas por dia) a compreender a dinâmica da influência, da reputação e da autopromoção na internet. Usou textos e vídeos. Descobriu que o efeito desejado ocorre quando você facilita, resolve ou melhora a vida dos outros, em vez de se concentrar em suas próprias qualidades. Quando veio a crise econômica global, a partir de 2008, Schawbel decolou, por causa da preocupação dos americanos em encontrar um novo emprego ou manter-se no antigo. Ele adotou então a meta de acrescentar uma pessoa por dia a sua rede de contatos profissionais.


Começar cedo é uma boa ideia. Átila Iamarino, biólogo e um dos criadores  da rede de blogs de ciência ScienceBlogs Brasil, diz que estudantes podem adquirir, nas redes informação, capacidade crítica e habilidades de comunicação, além de começar a criar um histórico positivo. Schawbel é categórico: considera terrivelmente atrasado o estudante que espera sair da faculdade para começar a pensar em sua imagem profissional na internet.
Antes de sair por aí escrevendo o que vier à cabeça e adicionando todo mundo a sua lista de contatos sem critério, é importante definir uma estratégia. O primeiro passo é escolher o que dizer e a quem. Pense em seus pontos fortes, nos temas de que você entende ou por que é apaixonado e nas necessidades de informação, análise e orientação de pessoas e grupos. Alguns assuntos podem não estar diretamente relacionados a seu trabalho, mas tratar deles pode definir sua imagem do jeito que você escolher – versátil, culto, perspicaz, engraçado, criativo, polêmico, bom vendedor. Evite, porém, parecer autoritário, estridente ou fechado em suas posições. Para Isabella Botelho, fundadora da Pin People, site que promove o encontro de profissionais e vagas, bom de rede é aquele que sabe se colocar, mas sempre está aberto ao debate educado e a outras opiniões. “Os que fazem isso e propõem fóruns e discussões conseguem mais comentários e visibilidade. Não seja egoísta”, diz.

Ao mesmo tempo, escolha que redes usar, com qual finalidade, e compreenda as ferramentas à disposição. Há opções mais óbvias, como Facebook, Google+, LinkedIn ou Twitter. A pesquisadora americana Dawn Gilpin, da Universidade do Arizona, afirma que o Twitter se consagrou nos EUA como rede indispensável para a comunidade de relações públicas – os que trabalham no setor a usam para “compartilhar informação, fazer contatos de trabalho e mostrar seu conhecimento profissional”. Mas existem muitas alternativas. Apenas como exemplo, há redes como Pinterest, boas para compartilhar imagens; Skoob, para quem gosta de livros, de ler e escrever bastante; GitHub, para os profissionais de computação; ResearchGate, uma espécie de Facebook acadêmico para cientistas; e 500px, para fotógrafos.
Para se colocar bem nas redes sociais, é preciso aproveitar o tempo. Aqui vem o segundo grupo de recomendações. Não adianta criar perfis em todas as redes e só acessá-los uma vez por ano. É preciso definir a pauta do dia ou dos próximos dias, escrever, gravar vídeos ou áudios, responder a comentários e verificar o que os outros falam a seu respeito. “Não se inscreva num número maior de redes do que você consegue administrar”, afirma Schawbel. Ele recomenda que o candidato a bom de rede dedique uma hora a selecionar assuntos relevantes para seu público (Schawbel faz isso de manhã). Pense em como tratará o tema – se escreverá um texto opinativo, compartilhará a opinião de um especialista acompanhada de um comentário ou promoverá um debate. “Se você só publicar uma vez por semana, não espere muito resultado. Mas, se for agressivo no ritmo de publicação, poderá romper o ruído (dos concorrentes) e obter reconhecimento”, afirma.