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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

A Importância do Plano de Continuidade de Negócios.

As operações de negócio das empresas estão, em sua grande maioria, baseadas em serviços e recursos de Tecnologia da Informação. Este cenário se tornou tão crítico, que temos inclusive frameworks e boas práticas que tratam o alinhamento dos negócios com o alinhamento da Tecnologia da Informação. 

Neste contexto, é preciso entender como a TI está tratando as falhas, incidentes e desastres que afetam a operação do negócio corporativo. Como a TI está preparada para reagir, ou preferencialmente prever, eventos que comprometam a operação da organização ? Qual o impacto (financeiro, institucional e comercial) de uma parada na operação ? Para tratar deste assunto, é extremamente relevante observar a importância de um Plano de Continuidade de Negócios.

O Plano de Continuidade de Negócios, mais conhecido como PCN, tem por objetivo principal ser um documento que auxilia a organização no tratamento de desastres, tentando diminuir perdas, oferecendo mais disponibilidade, segurança e confiabilidade na TI para que suporte com valor e qualidade o negócio da organização.

Muitas organizações se dizem preparadas pois possuem contingência, mas e a continuidade (são duas coisas bem diferentes uma da outra). A contingência pode ser entendida como backup. Você faz backup todo dia ? Então você tem uma contingência. Mas em caso de ter que recuperar um backup, quanto tempo a organização vai esperar para voltar a operar ? Quanto menor este tempo, mais continuidade está sendo oferecida.

Como que o PCN atinge este objetivo ? O PCN é por definição um plano e, como um plano, ele é feito a partir de informações da própria organização. Para que seja possível descrever os procedimentos estratégicos e operacionais que envolve o PCN (Plano de Gerenciamento de Crise, Plano de Emergência, Plano de Contingência e Plano de Retorno), é preciso passar por algumas etapas:

Entender e identificar todos os componentes de TI que embasam operações de negócio em todos os níveis: esta etapa consiste em conhecer as operações de negócio da organização, conhecer os serviços e componentes de TI e como tudo isso se relaciona. Esta etapa também pode ser entendida como o Mapeamento do Ambiente de TI, pois o foco é entender o negócio, mas principalmente o que e como a TI se relaciona com ele.

Análise de Ambiente: esta etapa consiste em analisar o ambiente de TI (identificado), criando uma matriz de risco a fim de localizar os riscos mais críticos, tanto para o ambiente físico como para o ambiente lógico. Esta identificação e avaliação de riscos, já aponta para as possíveis causas para uma falha de operação da TI, oferecendo a gestão do negócio argumentos para a tomada de decisão de investimentos, na busca da continuidade.

Análise de Impacto do Negócio: esta etapa é uma das mais importantes, pois ele fornece o pleno entendimento de quanto a TI pode afetar a operação de negócio, e principalmente, dimensionando quanto custa uma "parada de operação" no decorrer do tempo. Em outras palavras, qual o impacto (tangível e intangível) no negócio da empresa para uma para de TI. Com esta informação, é possível entender o quanto pode ser investido em TI para realmente suportar a continuidade de negócio.

Definição das Estratégias de Continuidade: esta etapa define como a organização vai tratar a continuidade de negócios, tomando como base as informações anteriores (quais os recursos de TI, seus riscos e o impacto que existe no negócio). Além da organização se preocupar com soluções de contingência, é importante pensar na continuidade.
Elaboração dos documentos do Plano de Continuidade de Negócio. Esta etapa é o momento onde a organização vai reunir todo o conhecimento sobre a relação TI x Negócio e elaborar as ações que devem ocorrer para:

Identificar uma Crise;
Organizar a tomada de Decisão em momentos de Crise;
Reunir as pessoas certas para a execução das atividades certas para atender a Crise;
Definir e documentar o conhecimento técnico específico para que a TI possa restabelecer, o quanto antes, a operação do negócio (contingência) e posteriormente voltar ao ambiente normal de produção (retorno).

Além disso, serão definidas várias outras atividades a serem executadas antes de uma crise, para poder atualizar e melhorar o PCN de forma contínua, consistente e totalmente organizada.

Fonte: iso27000

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Outsourcing no mercado de TI

Termo que está em evidência e conceito cada vez mais popular no meio corporativo, a definição de "outsourcing" costuma gerar confusão. Geralmente, e de maneira errada, é traduzido como "terceirização". Convém então, e antes de tudo - diferenciar uma coisa e outra.


Por terceirização, entendem-se atividades mais rotineiras, de menor valor percebido, aquelas geralmente mais distantes hierarquicamente do "core business" (a "vocação" da empresa). Mas, que atividades são essas? Limpeza, segurança, transporte, logística, são bons exemplos. Enfim, atividades que, embora importantes operacionalmente, influem pouco nos aspectos estratégicos e até comerciais de uma empresa.



O outsourcing, em sua essência, também é uma terceirização, contudo, terceirização estratégica de áreas-chave para o "core business", muitas das quais, inimagináveis há até pouco tempo: controle financeiro, força de vendas, sistemas de informação, prospecção e T.I. Que tal colocar seu foco naquilo que você faz melhor que sua concorrência e deixar que especialistas cuidem do restante? Essa é justamente a melhor definição para o outsourcing. Como principais vantagens, podemos citar a redução de custos e o aumento geral da produtividade.



Com o aumento exponencial da competitividade nos mais variados mercados, as empresas, independente do porte, se viram obrigadas a repensar seu modelo de negócios e, consequentemente, a adaptar suas estruturas internas a essa nova realidade. Há cada vez mais especialistas no mercado à disposição para resolver todo e qualquer tipo de problema que você e sua empresa possam ter. Vive-se atualmente um "boom" do outsourcing. Desnecessário dizer que esse fato contribui para uma queda qualitativa na atividade, afetando diretamente empresas sérias cujo core business (de novo o termo) é, justamente, a prestação profissional de serviços de outsourcing.



Então, como e quando decidir transferir áreas-chave de sua empresa, para quem realmente entende do assunto? Como saber se suas necessidades serão supridas por profissionais realmente competentes, e não por "aventureiros do mundo do outsourcing"? Considerar os seguintes aspectos:



- Identifique e avalie as oportunidades: saiba quais são os seus processos críticos, ou seja, aqueles que devem obrigatoriamente ser conduzidos por sua organização, e quais não são vitais para seu sucesso.

Uma vez identificadas as competências-chave da empresa (aquilo que realmente "fazem bem feito"), todas as demais atividades são candidatas ao outsourcing. Defina exatamente o seu cenário atual e alinhe suas expectativas futuras ao cenário do outsourcing.


- Selecione o fornecedor: saiba separar o joio do trigo, afinal existem muitas empresas que oferecem "terceirização" de serviços. Como em qualquer caso, busque referências antes de contratar. Indicações de amigos e parceiros já atendidos são um ótimo parâmetro. Reportagens na mídia sobre empresas de destaque no setor, também são excelentes como referência no processo de escolha.



- Prepare a transição: caso o departamento a ser transferido para o outsourcing já exista em sua empresa, programe essa transição de maneira ordenada e antecipada. Identifique quais são os colaboradores e talentos humanos que podem migrar para outros departamentos, por exemplo. Comunique as equipes com antecipação, mostrando os aspectos positivos que as mudanças terão para o desempenho de todos.



- Acompanhe o desempenho continuamente: avalie se o desempenho do prestador de outsourcing está de acordo com suas expectativas e, acima de tudo, se está perfeitamente alinhado com os índices de resultados e excelência acordados em contrato. É natural que haja ajustes no decorrer dos processos, em especial no início de uma operação. Contudo, resultados negativos recorrentes e desvios graves dos termos acordados são sinais de que medidas corretivas mais urgentes precisam ser tomadas. Nesta fase, a melhoria contínua dos processos entre as partes deve ser o principal objetivo a ser atingido.



Ainda é interessante destacar que o outsourcing deve ser sempre encarado como uma parceria estratégica efetiva entre a empresa contratante e a contratada. De início, os níveis hierárquicos mais elevados devem envolver-se diretamente nos processos e, gradualmente, podem passar a delegar funções de intermediação estratégica aos gestores responsáveis por cada área. Ainda neste caso, uma transição gradual e ordenada também é muito recomendada.



E, afinal, quais áreas são passíveis de outsourcing? Podemos citar:



- Planejamento estratégico: afinal, a melhor estratégia do mundo pode ser desperdiçada se não houver pessoal com conhecimento e envolvimento necessários à sua execução;



- Marketing e vendas: quem nunca ouviu falar em contratar uma agência de marketing, ou de promoção de vendas, para cuidar da divulgação de seus produtos e serviços, por exemplo?



- Recursos humanos: delegar a alguém especializado todo o processo de seleção que lhe entregasse um profissional já treinado para uma área importante de sua empresa. Não seria ótimo?



- Informática e T.I.: gestão de equipamentos complexos, consolidação de base de dados e, claro, assistência técnica permanente de sua área de informática certamente são algo que deve ser delegado a profissionais dedicados exclusivamente a isso.


Muito mais do que uma simples terceirização, o outsourcing deve ser visto como um processo de transformação estratégica. Concentre-se naquilo que faz melhor e entregue o restante a especialistas. Sua empresa agradece.


Augusto Gomes – Diretor do Royall Group, empresa especializada em Outsourcing Integrado, nas áreas de Vendas e Marketing, Recursos Humanos e T.I. 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Cresce a procura no mercado pelo serviço de Businnes Continuity.

Nove em cada dez empresas dos Estados Unidos adotam medidas proativas de segurança, segundo revela um estudo anual sobre continuidade de negócios divulgado pela AT&T.   
O levantamento “Continuidade de Negócios de 2013” foi realizado pelo Research Now e se baseia nos resultados de uma amostra contendo 500 executivos da área de TI nos Estados Unidos. As empresas estudadas têm receita anual superior a US$ 25 milhões.  
O estudo mostra que os CIOs estão mais atentos com ameaças que podem interromper os negócios. Eles possíveis violações à segurança e desastres causadas pela natureza, como a tormenta Sandy e o recente furacão de Oklahoma. 
Esses incidentes sobrecarregam os executivos de TI. Empresas de todo os Estados Unidos continuam ampliando e modernizando seus planos de recuperação de desastre e continuidade de negócios, visando incorporar capacidade de rede celular, serviços de nuvem e aplicações de mobilidade.
Como resultado disso, mais da metade (63%) dos executivos de TI entrevistados mencionou a ameaça iminente de violações à segurança como a maior preocupação em 2013. A pesquisa mostra que 84% dos CIOs norte-americanos se preocupam com o uso de aparelhos e redes celulares e com seu impacto nas ameaças à segurança.
Entre os entrevistados, 88% entendem a crescente importância da segurança e indicaram que suas empresas adotaram uma estratégia proativa. Quase dois terços (64%) das empresas incluíram capacidade de sua rede sem fio em seus planos de continuidade de negócios. Segundo a pesquisa, 87% dos executivos indicaram que suas organizações mantêm um plano de continuidade, para o caso de desastre ou ameaças – um ligeiro aumento em comparação ao ano passado (86%).
Os resultados do último estudo anual de continuidade de negócios da AT&T revelam diversas tendências de como as empresas estão se preparando para eventuais desastres e ameaças. 

Fonte: terra

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

5 áreas quentes para trabalhar em 5 países da América Latina.

Pesquisa do PageGroup revela quais as áreas que mais vão contratar profissionais no Brasil, Argentina, Colômbia, Chile e México. Operações em destaque
A cautela toma conta do cenário projetado para este ano por executivos latino-americanos.

Com resultados no ano passado abaixo do esperado, a previsão para 2014 não é lá das mais promissoras, sobretudo em termos de oportunidades profissionais.

Esta é a conclusão do PageGroup a partir do estudo “Perspectivas Econômicas e Profissionais da América Latina para 2014”, feito com 614 representantes de empresas que possuem sedes na América Latina: México, Colômbia, Chile, Argentina e Brasil.

No entanto, mesmo com menos investimentos, há setores que se sobressaem e que devem receber mais recursos para contratações. Para alguns profissionais que atuam em áreas estratégicas, há mais possibilidades de crescimento nos cinco países citados na pesquisa.

Confira as áreas das empresas latino-americanas que mais devem abrir novas oportunidades de carreira para os profissionais, de acordo com seus representantes:
Operações

Quem disse que vai contratar: 71% dos argentinos, 67% dos brasileiros, 65% dos chilenos, 58% dos colombianos e 58% dos mexicanos.
Por que está em alta: “As empresas estão focadas na melhoria de suas esquipes operações para lidar com os gargalos de produção, transporte e distribuição. Já faz tempo que tem demanda porque faltam profissionais qualificados”, diz João Nunes, diretor da Michael Page. Ele explica que toda a América Latina tem problemas de infraestrutura. “Isso tem a ver não só com a carência técnica, mas também com as regras de cada país, como as dificuldades de importação, por exemplo”, diz Nunes.
Profissionais que se destacam: engenheiros, profissionais de logística que migraram para a área de gestão de operações.

Vendas
Quem disse que vai contratar: 65% dos mexicanos, 54% dos chilenos, 50% dos colombianos, 42% dos brasileiros e 29% dos argentinos.
Por que está em alta: Independente do ciclo há demanda. “É uma área que sempre contrata. Quando o mercado vai bem o objetivo é ter bons vendedores e expandir vendas. Quando mercado vai mal, objetivo é ter bons profissionais e conseguir alavancar resultados”, explica o diretor da Michael Page. No Brasil, a necessidade é puxada pelas empresas internacionais que estão desembarcando por aqui. “México, Colômbia e Chile são países em crescimento rápido por isso há demanda”, explica Nunes.
Profissionais que se destacam: vendedores nas áreas de bens de consumo, bens de capital e tecnologia.

Finanças
Quem disse que vai contratar: 29% dos argentinos e 25% dos brasileiros.
Por que está em alta: No Brasil, a atenção das empresas está voltada para controle de custos e maior controle dos negócios, segundo Nunes. “Já se enxerga a grande responsabilidade da área de finanças na estratégia de negócios das empresas. Profissionais de finanças participam das etapas de elaboração do plano de negócios como planejamento, investimento, receita, controle de custos”, diz o diretor da Michael Page. Na Argentina, Nunes destaca  a necessidade é de controle contabilístico.
Profissionais que se destacam: No Brasil o cargo que mais se sobressai é o de controller e na Argentina são os profissionais das áreas fiscal e contábil.

Tecnologia
Quem disse que vai contratar: 22% dos mexicanos, 17% dos colombianos.
Por que está em alta: as palavras de ordem no setor de TI são integração e proteção de informações. “Está havendo investimentos nessas áreas”, diz Nunes, que destaca também o crescimento na adoção do trabalho em esquema de home office.
Profissionais que se destacam: especialistas em implementação de sistemas e profissionais de segurança. Analistas de negócios também estão sendo disputados, segundo Nunes. “É o profissional que faz a ponte entre a área de TI e a área de negócios”, explica.

Marketing
Quem disse que vai contratar: 26% dos chilenos, 22% dos mexicanos e 17% dos colombianos.
Por que está em alta: “Marketing digital vai continuar em crescimento, com criações de campanhas online e atenção às redes sociais”, diz Nunes. No México, a entrada de empresas no país também puxa a demanda. “ é um mercado que esteve retraído e agora empresas multinacionais estão investindo lá, e quando uma companhia chega em um país os primeiros investimentos são em marketing e distribuição.
Profissionais que se destacam: gerentes de marketing digital que tenham boa capacidade de criação e também de execução, diz o diretor da Michael Page.

Fonte: exame.com

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Bunisess Continuity e suas vantagens.

Quando se fala de Plano de continuidade no Brasil  atualmente, as atividades referentes à continuidade dos negócios estão basicamente restritas às instituições em que os principais processos de negócios possuem enorme dependência de TI e àquelas cujas matrizes situam-se no exterior, onde a cultura da continuidade dos negócios é mais desenvolvida. Mas o empresariado brasileiro ainda não percebeu o enorme potencial de economia que se oculta por trás da metodologia e das melhores práticas utilizadas no desenvolvimento da continuidade.
A Gestão da Continuidade dos Negócios  é algo relativamente novo, resultado da fusão dos
Planos de Contingência e dos Planos de Recuperação de Desastres, que objetiva garantir a recuperação de um ambiente de produção, independentemente de eventos que suspendam suas operações e de danos nos componentes (processos, pessoas, softwares, hardware, infra-estrutura etc.) por ele utilizados.
É necessário implantar na empresa a ideia de utilização de Plano de Continuidade de Negócios como algo construtivo, eficiente e de fácil solução em situações de crise, quanto ao ambiente corporativo. 
sendo assim,  a Macro Office oferece ambientes inteligentes, amplos e personalizados para a continuidade de seus negócios em casos de panos elétricas, desastres naturais, reformas da empresa e afins.
Sua equipe continua trabalhando e seu negócio não para.


sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Descubra se seu perfil é empreendedor.

Vai abrir um negócio? Então saiba que o primeiro passo desse projeto é conhecer as características de empreendedores que deram certo e verificar se você se identifica com elas.


• Conhecer o ramo de atuação e buscar sempre novas informações;

• Possuir capacidade de liderar e motivar;

• Correr riscos calculados;

• Ser otimista, organizado e criativo;

• Possuir comprometimento e determinação;

• Ser persistente, não desistir e superar obstáculos;

• Ser independente e autoconfiante;

• Estabelecer metas;

• Buscar oportunidades e tomar iniciativa;

• Acompanhar o desempenho dos concorrentes;

• Planejar e realizar um monitoramento sistemático das ações.

É preciso ressaltar que nem sempre uma pessoa reúne todas as características que marcam a personalidade de um empreendedor de sucesso. No entanto, se você se identificou com a maioria delas, terá grandes chances de se dar bem. 
Mas, se descobriu pouca afinidade com sua vida profissional, reflita sobre o assunto e procure desenvolver-se.

fonte: Sebrae

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Inciando 2014.

2013 foi ano de muitas conquistas e realizações para a Macro Office e seus colaboradores. Muito trabalho, determinação, garra, alinhamento de ideias, conhecimentos e desafios. Vencer os desafios do dia a dia, elaborar soluções e tudo isso com um sorriso no rosto de dever cumprido.
Em 2014 o projeto do prédio América Sul se concretiza. Mais um sonho que se realizará e trará muitas novidades, serviços, tecnologia e conforto para os clientes da Macro Office. O prédio América Sul terá salas com os nomes dos países vizinhos, assim como o da Macro Office original tem cada sala com nome dos estados brasileiros. Além disso você conta com os serviços Macro Office:
Salas para Reuniões
Ambientes para Treinamentos
Laboratórios de Informática
Escritórios Temporários
Business Continuity
Endereço Empresarial

Soluções práticas e acessíveis para o sucesso de seus negócios. Paralelamente, você conta também com os serviços de:
Endereço Empresarial: Soluções simples, prática e de baixo custo para abrir a sua empresa e receber correspondências em um endereço profissional.

Atendimento Personalizado: Em um ramal exclusivo, atendemos ligações para sua empresa, anotando recados e repassando por e-mail, imediatamente após o término da ligação.

Atendimento personalizado por Recado SMS: Nesta modalidade, os recados recebidos são enviados para seu e-mail e por torpedo SMS para o celular de sua preferência.

Esses serviços e mais o atendimento diferenciado da equipe Macro Office que você já conhece. Em 2014 a Macro Office e suas duas sedes lhe esperam para ajudar a prosperar seus negócios.

Bem vindo 2014 e sucesso para todos.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

A carreira acaba aos 60? Veja o que especialistas dizem.

A carreira tradicional corporativa pode, sim, estar com os dias contados para a maioria (mas nem todos) profissionais mais veteranos, isto é, aqueles perto dos 60 anos. Mas isso não significa que o mercado feche as portas e, nesse ponto, os dez especialistas consultados concordam. Há empresas e setores da economia mais abertos - e que precisam destes profissionais dada a falta de pessoas experientes - e há modalidades de contrato de trabalho que ganham força. Veja o que alguns executivos dizem sobre o assunto.

1-  Bernardo Entschev, presidente da De Bernt Entschev .
“Não é que a carreira acaba, mas há condições que induzem esta situação”, diz o presidente da consultoria De Bernt Entschev, Bernardo Entschev.
Ele cita fatores que desestimulam as contratações dos profissionais na faixa dos 60 anos. “Há o preconceito e as empresas ainda questionam se o executivo vai aguentar fazer o seu ciclo de crescimento projetado em sete ou dez anos”, diz ele ressaltando que não gostaria que fosse assim. “Mas ainda é comum, embora seja uma prática que vem diminuindo”, diz.
Ele diz que, se as empresas ainda têm dificuldade em reconhecer a importância de manter executivos veteranos em seus quadros de funcionários, mercados de consultoria e o empreendedorismo se mostram mais abertos.
Com a consciência desse cenário, a chave para não enfrentar problemas aos 60 anos é a preparação. “A grande maioria não se prepara, mas deve pensar lá frente em ter uma segunda carreira, em posição de consultor, ou de gestão estratégica ou de gestão interina”, recomenda.

2- Carlos Felicíssimo Ferreira, diretor-executivo da 4hunter
“Existe espaço para todos”, diz Carlos Felicíssimo Ferreira. No entanto, é preciso flexibilidade tanto por parte das empresas quanto por parte dos profissionais, segundo ele.

“Há uma parcela do mercado que diz não aos profissionais mais velhos. Mas quando questionados a respeito da razão, não sabem responder”, diz o diretor da 4hunter.
Ele lembra que deixar de contratar um profissional mais velho, perpetuando esta prática é arriscado. “Ao não contratar os mais velhos, essas pessoas estão matando a empregabilidade delas lá na frente também”, diz.
O especialista ressalta a necessidade de mão de obra. “Tem muita gente empreendendo, tanto jovens quanto pessoal mais sênior, tem muita gente indo estudar e tem pessoas entrando mais tarde no mercado, então temos necessidade de pessoas para preencherem cargos de nichos específicos”, diz ele, que acredita que o mercado vá se ajustar às mudanças, com o tempo.
Do lado dos profissionais, ele explica que a dificuldade em encontrar emprego a partir de certa idade se dá, em maior escala, para aqueles que construíram a carreira baseados numa lógica antiga. “As pessoas entravam em uma empresa pensando em se aposentar lá, não faziam rede de contatos”, diz.

3- André Freire, presidente da Odgers Berndtson

“Acho que a carreira não acaba. a conjuntura é positiva para a contratação destes profissionais”, diz André Freire, presidente da Odgers Bernstson. Ele cita o envelhecimento da população, aumento da expectativa de vida e a falta de profissionais qualificados no mercado para justificar a sua resposta.

Apesar se não acabar, a carreira do veterano enfrenta barreiras. “O preconceito atrapalha. Há problemas de custos, porque mesmo para carreiras mais técnicas são profissionais mais caros”, diz.
As empresas questionam se vale a pena contratar profissionais mais velhos já que eles têm projetos de longo prazo, ressalta o presidente da Odgers Berndtson. 
Mas, mesmo com todos estes obstáculos eles enxerga abertura no mercado. “Temos visto oportunidades para trabalhar como mentores dessa nova geração”, diz. Profissionais mais velhos e com background consultivo se destacam neste cenário. “Há ainda oportunidades para trabalhar por projetos”, destaca o especialista.
Além disso, alguns mercados, como o de petróleo e gás e de mineração, são exemplos de setores que têm mais demanda pelos veteranos, diz Freire. “Mas os profissionais precisarão se adaptar a novas modalidades de trabalho, por projetos ou consultoria”, diz. 

Fonte: Exame

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Business Continuity - Ideal para 2014.

A continuidade dos negócios, que num primeiro momento parece algo lógico e necessário a qualquer empresa, é domínio relativamente novo dentro do ainda jovem setor da gestão de riscos corporativos. Todos os dias, diversos sistemas sofrem interrupções, pessoas são vítimas de vírus, dados são obtidos ilegalmente e muitas empresas ficam de uma hora para outra sem poder operar normalmente devido à falta de energia elétrica.
Atualmente, a maioria das instituições tem suas atividades apoiadas por um conjunto de tecnologias que, se por um lado são responsáveis pelos expressivos níveis de eficiência, eficácia e produtividade, por outro determinam a existência de forte dependência das informações transacionadas e armazenadas em seus ambientes computacionais para a manutenção e geração de novos negócios. Nesse contexto, todos os esforços possíveis, necessários à manutenção da disponibilidade das operações precisam ser despendidos.
As empresas devem, então, dispor de planejamento e de mecanismos adequados à pronta recuperação de suas operações, no menor tempo possível, como forma de precaver-se dos efeitos desastrosos de eventos que causem interrupções significativas em parte, ou mesmo, em todos os seus processos de negócio.

Tal constatação impõe às empresas a criação e manutenção de uma estratégia de continuidade dos negócios, pronta a operar em caso de interrupção total ou parcial de suas atividades, sendo então fator fundamental para o sucesso de qualquer iniciativa de preservação ou recomposição da capacidade de realizar negócios.

A Macro Office disponibiliza ocupação imediata para casos de panes, desastres ou para reformas. Sua equipe continua trabalhando enquanto seu escritório passa por reformas e reparos técnicos.   Consulte nossos planos.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Vantagens de usar escritório corporativo.

Tendência no mercado empresarial, os escritórios corporativos tomam conta do mercado cada vez mais. Entenda as vantagens de adquirir esse serviço e como funciona a Macro Office

Tudo que a Macro Office oferece.
1- Manutenção.
2 - Administração
3 - Redução de custos e mais tempo disponível para dedicação ao seu bunisess.
4 - Salas inteligentes. Salas que você monta com recursos tecnológicos de acordo com sua necessidade.
5 - Endereço empresarial para receber correspondências e ligações personalizadas.
6 - Estrutura completa de um escritório mobiliado.
7 - Três andares com espaços prontos para utilização.

Escritórios e salas para treinamentos

» Locações pelo período que você precisar;
» Comodidade, segurança e monitoramento por CFTV;
» Recursos audiovisuais e catering para todos os espaços;
» Estacionamento ao lado com segurança; 


A proposta é destinada aos empreendedores que precisam reduzir os custos iniciais de um escritório: corretores, advogados, contadores, profissionais que trabalham com vendas e representações cujas atividades não exijam presença constante no escritório e que não necessitem de um espaço em tempo integral, empresários em viagens a negócios. 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Como melhorar significativamente sua produtividade.


A eletrônica e as novas tecnologias de comunicação tornam a vida mais rápida. Novos equipamentos, em todas as áreas, tornam os processos mais produtivos. A organização, com métodos apropriados e um gerenciamento eficaz, tornam tudo mais eficiente. Por fim, a globalização destaca o mais eficiente de cada recanto do globo e o impõe como modelo. Conseqüência: o novo mundo exige que você aprenda rápido e seja muito, muito mais produtivo do que é. 

Por que tornar-se mais produtivo 

Imagine aumentar significativamente sua produtividade. Provavelmente isso é necessário e possível, mas você se pergunta primeiro: "Por que ser mais produtivo?" A resposta: 

1. Porque o mundo todo está aumentando significativamente sua produtividade e se você não o fizer vai ficar "por fora". 

2. Porque os outros estão empenhados nessa busca e você perderá as melhores oportunidades se não estiver também. 

3. Porque já ficou claro que o desperdício, inclusive do tempo, é pernicioso para a sociedade e para o indivíduo. 

4. Porque os outros exigirão isso de você. 
Segunda pergunta: "Vale a pena ser mais produtivo? A vida não vai se tornar um exercício insensato de produzir, produzir, produzir?" 

É lógico que tudo depende de você. Se não conduzir conscientemente o processo e mergulhar de cabeça na idéia de trabalhar, sua vida poderá ficar sem sentido. Agora, imagine por outro ângulo: quando você se torna mais produtivo, faz mais com menos - sobra mais tempo para o lazer e para o autodesenvolvimento. 

Como disse o poeta Fernando Pessoa: "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena". 

O que fazer? O que é ser mais produtivo? O que visar? 

Você pode olhar para alguns ângulos principais que definem a produtividade de alguém. Quatro deles: 

1. Tempo - Tudo o que você puder fazer para reduzir o tempo significa aumento de produtividade. Isso não quer dizer correr, manter-se apressado ou afobado, mas sim racionalizar e encurtar os processos, eliminando tarefas inúteis, duplicidades, tarefas de baixa contribuição, "perfeições" e detalhes desnecessários. 

2. Acerto - O improviso, a indisciplina, o descaso, a preguiça levam ao erro, que consome recursos e tempo, além de causar aborrecimentos e má qualidade. É preciso fazer as coisas de modo certo, se possível já da primeira vez. 

3. Serviço - Produtividade é dar ao cliente o que ele quer e algo mais que possa apreciar. Para isso é fundamental sintonizar-se plenamente com ele, respeitar suas necessidades e demandas, comunicar-se com clareza e adotar modos de superar expectativas dele. 

4. Economia - De um lado entram esforços, tempo, recursos; de outro, saem resultados. Reduzir as entradas ou ampliar as saídas, isso é economia. A perspectiva econômica é fundamental em todo trabalho e levá-la em conta vai fazer grande diferença em seu crescimento pessoal. 

Onde melhorar 

Produtividade é o resultado de conhecimento, recursos, métodos, habilidades, motivação e direção. Melhore cada um desses ângulos e sua produtividade estará em crescimento. Vejamos: 

Conhecimento 

Quanto maior o conhecimento, guardadas as outras condições iguais, mais poderá fazer - e melhor - com menos dispêndio de energia e recursos. Aprender inglês e informática, por exemplo, permite um grande salto na produtividade pessoal nos dias de hoje. 

Recursos 

Para aumentar a produtividade, é indispensável aprender a lidar com novos equipamentos, máquinas, instrumentos, dinheiro, espaço. Deve-se buscar os melhores recursos possíveis para o trabalho e usá-los com a máxima qualificação. Um indivíduo competente em usar o telefone celular ganha muito tempo, por exemplo. Recursos mal utilizados são desperdício. 

Métodos 

Os métodos requerem conhecimento e disciplina. É preciso aprendê-los e efetivamente praticá-los. Ele permitem um uso adequado dos recursos, do conhecimento e até do talento individual. 

Habilidades 

Criar soluções, falar do jeito certo, manusear adequadamente um equipamento - são as habilidades, que podem e devem ser desenvolvidas. 

Motivação 

Mente limpa, envolvimento, ausência de negativismo, autoconfiança e confiança no trabalho - eis alguns ingredientes que tornam uma pessoa mais motivada. A pessoa motivada faz muito mais, torna-se mais inteligente e capaz, tem mais energia. É fundamental manter essa chama acesa. 

Direção 

Fazer a coisa certa, de modo certo, como lembrou Peter Drucker. Não podemos trabalhar a esmo; temos de buscar direção.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Business Continuity


Business Continuity é o Plano de Continuidade de Negócios que visa manter sua empresa em funcionamento após desastres naturais e em caso de reformas na empresa. Frequentemente, em escala mundial, ocorrem desastes naturais deixando assim muitas empresas desprovidas de local físico para o trabalho. Consequentemente, a empresa se encontra em um dilema comum; como continuar trabalhando enquanto é acionado o seguro e faz os reparos. A Macro Office disponibiliza espaços inteligentes, que podem ser customizados de acordo com a sua necessidade, para sua empresa não parar e continuar produzindo. São salas para reuniões e escritórios prontos para receber seus colaboradores. Outra situação recorrente é a reforma de seu escritório. Enquanto sua empresa passa por uma reforma seu cliente não precisa ficar em meio a poeiras, barulhos e você se desculpando. Com a contratação desse serviço você tem um ambiente agradável e compatível com suas necessidades enquanto se dá a reforma.
Consulte nosso atendimento para maiores informações.

Site: http://www.macrooffice.com.br
E-mail: atendimento@macrooffice.com.br
Fone: 51 3373-9900