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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O que devo analisar antes de trabalhar como freelancer?

A jornada de 8h às 18h no escritório, o desgaste do trânsito e a rotina do seu emprego não lhe agradam mais. A decisão por uma mudança já foi tomada e você avalia a possibilidade de trocar tudo isso por um trabalho como freelancer. Afinal, a comodidade de trabalhar de casa e fazer seus próprios horários é tentadora, não é mesmo?

Bom, olhando superficialmente parece ser simplesmente uma maravilha, mas é preciso analisar essa troca mais de perto para saber se você realmente acha a mudança tão tentadora.

Como nós bem sabemos, grandes poderes vem acompanhados de grandes responsabilidades. Como freelancer, você tem autonomia para determinar seus horários e ganha flexibilidade para cuidar da sua qualidade de vida. Em contrapartida, esse contexto pode tornar-se desastroso se você começar a ficar acomodada com a situação e levar a vida como se estivesse constantemente de férias.

OS PERIGOS

Vamos imaginar o seguinte cenário: você está cheia de estresse, pede demissão depois de um longo período de insatisfação e quer mudar de vida. Então você decide passar pelo menos um tempo trabalhando como freelancer, mas não faz o devido planejamento para tomar essa decisão. Com o primeiro trabalho, tudo certo. Você recebe o pagamento e fez tudo no conforto do seu próprio escritório.

No mês seguinte você resolve dar-se uns dias de descanso, tendo em vista o tempo que ficou sem tirar férias no último emprego. Acaba conseguindo mais tempo também para reunir-se com os amigos, sair para festejar, namorar com mais tranquilidade, enfim…a vida parece tão maravilhosa neste momento que o dinheiro torna-se a última das preocupações!

Mas eis que ao final deste mês um de seus clientes atrasa o pagamento e o outro cancela o trabalho que te passaria porque está com pouco caixa. Pronto, acabou a fonte de renda e você continua com as suas contas para pagar.

RESPONSABILIDADE

Levar a vida como freelancer tem muitas vantagens, mas também uma certa dose de risco, portanto você precisa redobrar a responsabilidade. O primeiro passo, antes de mais nada, é ter a certeza de que você poderá comprometer-se com esse novo ritmo de trabalho, que lhe garante mais autonomia, mas mantendo o mesmo nível de produtividade.

Ninguém irá te cobrar a hora que você começa a trabalhar, mas em contrapartida os prazos precisam ser obedecidas. É preciso ter disciplina para ser sua própria chefe! Se você acredita que esse ritmo de trabalho não condiz com seu perfil, que consegue ser mais eficiente e produtiva se estiver comprometida com os horários e regras de um emprego convencional, então é melhor não aventurar-se vivendo como freelancer.

Uma forma de testar se essa nova rotina é adequada ao seu estilo de vida é tentando pegar alguns freelas antes de pedir demissão do emprego fixo. É um trabalho experimental mesmo, para que você teste como poderá encaixar seus horários para cumprir os prazos e o nível de entrega que terá com o freela.

RESERVA FINANCEIRA

Como agora não há mais garantia de seguro-desemprego e nem sempre o trabalho como freelancer é fixo, o ideal é ter um fundo de emergência bem estruturado para os meses de “vacas magras”. Pode acontecer de você ter mais trabalho (e mais renda) em um determinado mês e o inverso acontecer em outro período.

Sendo assim, tente reduzir suas despesas, de modo que possa viver com parte do dinheiro e fazer um investimento com outra parte do que receber. Garantir alguma rentabilidade é um modo lhe dar mais segurança financeira. Como agora você vai trabalhar em casa, com certeza vai economizar bastante dinheiro em relação a transporte.

MARKETING PESSOAL

É hora de fortalecer o seu nome! Como você precisa contar com um mercado imprevisível, é preciso sempre manter sua rede de contatos profissionais atualizada, caso algum cliente falhe e você tenha que prestar serviços para outra pessoa. Organize sua demanda de acordo com a sua capacidade de produção, mas mantenha sempre seus contatos em dia, caso seja preciso buscar um “ás na manga”.


Fonte: Finanças Femininas

terça-feira, 26 de agosto de 2014

5 Dicas sobre como conduzir um recrutamento.
            Recrutar profissionais é um trabalho que requer muita técnica, feeling e, acima de tudo, talento. Além de saber analisar competências e habilidades, uma das principais funções de recrutador é conseguir deixar os candidatos à vontade para que possam ter ótimo desempenho nos processos seletivos.
            Uma postura muito rígida por parte do recrutador em nada colabora para um clima favorável a expressão de ideias e informações dos candidatos – é importante construir um ambiente onde os aspirantes ao emprego possam sentir confiança no recrutador (repetição) e em si mesmos.
Abaixo, elencamos cinco dicas para conduzir um recrutamento de forma transparente, eficiente e assertiva, e que permita com que os profissionais tenham o melhor performance possível na seleção:


1 - Quebre o gelo:
Logo de início, fazer perguntas que tirem a pressão do candidato é muito importante. Questionar sobre o trânsito, o clima ou até mesmo sobre o tempo em que está procurando emprego, faz o candidato relaxar.


2 - Faça perguntas abertas:
Evite questões nas quais o candidato responderá somente “sim” ou “não”. Perguntas como ”fale mais sobre você?”, “o que você espera da vaga?” ou “o que você conhece sobre a empresa?”, dão a oportunidade para que o candidato se expresse abertamente, e já transpareça algumas qualidades e/ou defeitos.




3-Corrija, se necessário:
Inevitavelmente, recrutadores se deparam com candidatos que se sentem à vontade até demais no processo seletivo. Seja na questão do vocabulário, vestimenta ou postura, é importante corrigir os pretendentes à vaga para que, caso sejam contratados, não repitam os mesmos erros.





4 - Valorize o candidato:
Cada pessoa é única e merece a devida atenção. Demonstre interesse pela história e performance de cada profissional na seleção, e faça com que cada um deles esteja completamente seguro em relação à apresentação de suas competências e habilidades.

5 - Ouça mais, fale menos:
O objetivo de um processo seletivo é conhecer o candidato, portanto, questione e seja paciente para escutar. Porém, não confunda objetividade com frieza – o recrutador não deve ser frio e rígido com o candidato, mas também não pode transmitir intimidade.


* Portal Carreira & Sucesso